4.09.2013

Mais uma edição de Festival de Música "Terras sem sombra"

A 9.ª edição do Festival Terras Sem Sombra arranca já este sábado, dia 13, em Almodôvar, com concertos agendados até Julho em algumas das mais importantes igrejas da Diocese de Beja, destacando-se os que ocorrem na nossa região: Santiago do Cacém (um regresso), Sines e Grândola e ainda a actividade com as crianças das escolas do Carvalhal, Melides e Comporta

Música, património e biodiversidade dão o mote a uma temporada que marca bem a diferença de um território com características culturais muito próprias, e que tornam este festival único e uma das referências da nossa região.

O programa e demais informação pode ser consultada aqui:
http://festivalterrassemsombra.org/um-alentejo-que-se-promove-pela-musica-2/

11 comentários:

Anónimo disse...

Devemos reconhecer o papel do departamento do património histórico da diocese de Beja por este importante festival que este ano coloca 4 concertos no alentejo litoral - Sines, Santiago, Grândola e Alcácer - e mais uma atividade na Comporta. Um evento único no país, que vem engrandecer também o alentejo litoral. Parabéns à diocese de Beja!

Anónimo disse...

Já agora será o kamarada Vitor Proença vai aparecer no festival em representação de quem!
Aproveito para enaltecer esta iniciativa. Estarei atento às datas.

Anónimo disse...

O Querido Líder Vitor Proença não via aparecer em representação de ninguém, uma vez que só já pensa em Alcácer do Sal e no seu grande amor por aquela terra. Como se viu e ouviu, o Querido Lider abandonou as populações de Santiago na questão das estações dos CTT e já só pensa em Alcácer.
Parabens ao Dr. Falcão e ao departamento do património, por não se terem esquecido de Santiago e de Sines.

Lopes disse...

Seria interessante saber, dos vários festivais, quais é que deixam cá dinheiro na região!
Não me parece que o Musicas do Mundo, ou o Sudoeste deixem assim tanto dinheiro para os comerciantes, hoteleiros, etc da região.
Será que alguém fez, ou faz, as contas?

Jaime Lisboa disse...

Não conheço os organizadores deste Festival, mas trata-se de uma iniciativa de extrema qualidade, na qual participo com muito interesse. Um oásis num Sul orfão de real cultura e onde campeia a mediocridade da cultura oficial "autárquica".

de cá disse...

Mais um grande concerto em Santiago, pelo Departamento do património da Diocese de Beja (Dr. Falcão) e mais uma actividade em Miróbriga, pela Liga dos amigos de Miróbriga (Arq. Lobo).
Sempre os mesmos, e ainda bem!
Obrigado

Lopes disse...

O anónimo das 8.22 é certamente ignorante. E deve ter alguns complexos. Para mim é mais importante que alguém faça coisas. Seja ou não "aristocrática". Se não forem estes denominados "aristocratas", e mais alguns poucos resistentes, nada se faz nesta terra. O "anónimo", se fizesse alguma coisa em prol da terra, faria melhor serviço. E eu, que sou do tal "povão", assisti com muito gosto, não paguei, estive bem sentado e não senti o menor complexo!

Anónimo disse...

O anónimo das 8.22 postou aqui um dos comentários mais patéticos que li ultimamente. Então quando são atividades da cmsc têm valor e os autarcas e convidados podem estar nas filas da frente, quando as atividades são realizadas por outras entidades, é porque são vaidades aristocráticas com o povão sentado atrás!!! Santa ignorância e que falta de assunto. Pois eu apreciei e gostei muito e não me importei nada de ter ficado sentada a meio da igreja e um bem haja a todos os organizadores e sponsers que ajudaram esta atividade e assim evitam que santiago não seja só notícia pelas festas e concertos de musica pimba.

Pedro Santos Ferreira disse...

Também estive no concerto, desfrutei e vivi com entusiasmo uma iniciativa que traz a cultura a sério ao Alentejo. o Festival perfila-se como uma das iniciativas mais interessantes no seu género e dinamiza o tecido económico, o que é fundamental em tempos de crise.

Anónimo disse...

Pois é, há pessoas que só vão a estes festivais (e a outras iniciativas) para serem vistas. Mas ainda bem pode ser que adquiram algum gosto pela cultura.
Sempre pouca, mal tratada, pouca apoiada e desprezada.
E servindo, por vezes, outros interesses que não a arte pela arte.

crescer disse...

"Não me parece que o Musicas do Mundo, ou o Sudoeste deixem assim tanto dinheiro para os comerciantes, hoteleiros, etc da região."

- Eventos de promotores distintos com fins distintos.

- Este tipo de eventos tem efeitos direitos, mas também indirectos (a exposição mediática da região é disso sinal).

- Não fiz qualquer estudo cientifico, mas empiricamente consegue-se perceber que a costa alentejana deu um imenso pulo. A zona da zambujeira, almograve e odeceixe (algarve), não é a mesma de à uns anos atrás. Tal como de Sines e Comporta. Muito se deveu a estes eventos. O que provavelmente trouxe um aumento nas receitas do sector do turismo. Exemplo disso é o que sucede na etapa do mundial de surf em Peniche (não é só na durante a etapa que se faz negócio).