2.27.2012

Que temos para vender?

Se, numa mera hipótese académica, o Alentejo Litoral se visse independente, ou numa autonomia muito alargada, quais seriam os produtos ou serviços que dariam viabilidade económica a esta região?
Ou, fazendo a pergunta de outra maneira, que produtos e serviços temos para exportar, para vender?
Cada vez mais, é necessário identificar as mais valias, promovê-las e vendê-las para fora.
A começar em Portugal e acabar na nossa região, no nosso concelho.

8 comentários:

Anónimo disse...

O turismo é a indústria do futuro e é claro que temos uma natureza muito diversa que pode ser mais rentável. O turismo cultural também tem muito futuro e pode ser importante para a região. Mas é claro que a agricultura precisa de novas culturas e produtos locais com transformação local. A cortiça e o montado também deviam ser apostas muito fortes em todo o litoral alentejano. A par disso, são precisos muitos investimentos em requalificação urbanistica desde as cidades até às mais pequenas aldeias para manter a identidade genuina da região que pode fazer toda a diferença também no turismo.

Anónimo disse...

A saber: cortiça, azeite, vinho, peixe, fruta ( muito pouco explorado )e muito sol (turismo de qualidade).

Anónimo disse...

Em Santiago pode-se vender as ruinas mirobriga e o castelo a privados, para a cãmara ter dinheiro para pagar as suas dividas.

Anónimo disse...

Temos para vender muitas coisas tubras,pés de burro, cebola alvarrã, pataniscas ao sol, e pão que já foi.

Anónimo disse...

Estas questões até parece que são postas aqui pelos comunas para tirarem ideias...porque como todos sabemos, são incompetentissimos, mal formados e fundamentalistas.
Eu não dou nenhuma idéia...mas tenho uma sugestão:
- porque é que não se pergunta sobre a maneira de tirar esta gente da Câmara...antes que a Terra desapareça e o concelho seja esquecido...!?

Anónimo disse...

Não só para vender mas para apostar ainda mais do que se tem feito: cortiça, azeite, mel, vinho, uva de mesa, pão caseiro alentejano, doces regionais, e era importante explorar melhor o nosso clima para apostar em mais horticolas, frutas e outras culturas. Depois temos para vender bons trilhos na nossa natureza, observação de aves, boas praias, serra, ar puro, aldeias e vilas genuinas, e muitos monumentos que bem que podiam estar melhor divulgados e embelezados. O turista do século XXI não quer só sol e mar, vai à procura da natureza, das tradições, da cultura local, da gastronomia, da história, etc, etc. Penso que é por aí que devemos apostar mais no litoral alentejano.

gomes disse...

O que temos para vender é apenas FORÇA E VONTADE DE TRABALHAR!
O problema é que NÃO QUEM no-la compre!
O resto (turismo, praias, clima, gastronomia, artesanato, etc.)é conversa que não passa disso mesmo CONVERSA FIADA!

Anónimo disse...

O mal do litoral alentejano é que ao contrário do Baixo e do Alto não tem uma cidade que seja o pólo central e dinamizador (embora também tenha vantagens).
Mas aqui cada um puxa a brasa à sua sardinha e não há entendimentos numa politica intermunicipal que faça lobby ao governo.
Santiago andará a chorar, Sines com o Coelho a construir, Grândola a criar e Alcácer e Odemira mal se ouvem falar.
Mas terem uma politica de desenvolvimento comum para a região, não será tão cedo.