2.27.2012

Que temos para vender?

Se, numa mera hipótese académica, o Alentejo Litoral se visse independente, ou numa autonomia muito alargada, quais seriam os produtos ou serviços que dariam viabilidade económica a esta região?
Ou, fazendo a pergunta de outra maneira, que produtos e serviços temos para exportar, para vender?
Cada vez mais, é necessário identificar as mais valias, promovê-las e vendê-las para fora.
A começar em Portugal e acabar na nossa região, no nosso concelho.

2.20.2012

O que distingue os Concelhos do Alentejo Litoral?

Existem 5 concelhos no Alentejo Litoral: Alcácer do Sal, Grândola, Sines, Santiago do Cacém e Odemira.
Cada um com as suas especificidades, pontos fortes e pontos fracos.
Cada um tem as suas marcas identificativas.
Cada um tem potenciado valores.
Cada um tem valorizado os seus recursos, promovido as suas mais valias.
Ou não?

O que distingue cada um deles.
Que ideias nos ocorrem quando pensamos em cada um destes concelhos?
Quais as realizações que os tornam únicos?

Lançamos aqui o desafio para que cada um coloque aqui os pontos fortes de cada concelho que compôe o Alentejo Litoral!

2.06.2012

Existe alguma lógica?

Existe alguma lógica na gestão corrente de algumas autarquias da região?
Por exemplo em Sines, não se pagam a fornecedores e pode-se dizer que o centro de Sines é pasto de vendedores de droga, de marginalidade, de sujidade e decadência, mas constrói-se um elevador sumptuoso e desnecessário, "várias " casa da musica, etc, etc....
Em Santiago do Cacém não se acaba a estrada das Cumeadas/Ruínas Romanas de Miróbriga, não se renova o contrato com a única arqueóloga (depois de terem disto que sim), não há dinheiro para o Festival de Musica Terras sem Sombra, e como tal, não se irá realizar nenhum concerto este ano em Santiago do Cacém, mas gastam-se 60 000 euros em concertos na Santiagro ( que também esteve para acabar por falta de verbas!).
Isto são apenas alguns exempos ao acaso, para não entrarmos em nomeação e mudanças de pessoal, perfeitamente inéxplicáveis.
Será que estes dois autarcas, em fim de ciclo, como não serão reeleitos, apenas olham para a vaidade pessoal, para o seu umbigo, esquecendo-se do todo o resto??
Consta que os "ambientes" na Câmara Municipal de Santiago e de Sines estão de "cortar à faca"!