9.09.2011

Novamente o Alvalade Medieval

Realiza-se mais uma vez a Feira Alvalade Medieval!
Aqui está um exemplo de como um grupo de cidadãos, independente, mas com amor à sua terra, vai conseguindo realizar, ano após ano, um evento que cada vez atrai mais visitantes.
Este afluxo de visitantes significa que cada vez mais pessoas ficam a conhecer Alvalade, que lá gastam dinheiro e que transmitem a outros o que é este evento.
Este evento tem, entre outras, duas vertentes que são fundamentais: gera algum retorno financeiro para Alvalade e motivador de um crescente amor próprio dos alvaladenses pela sua terra!
Aqui está o programa:
http://alvalademedieval.no.sapo.pt/

12 comentários:

Anónimo disse...

A festa medieval de Alvalade Sado é uma grande lição para Santiago Cacém, que não tem população para fazer nada parecido. É pena que o castelo tenha ainda o cemitério lá dentro, porque é um lugar lindo para festas deste tipo e porque a zona histórica da cidade de Santiago tem falta de mais animação.

Anónimo disse...

Viva Alvalade e o seu povo. Quem respeita a tradição e os seus valores deve ser louvado. Alvalade como Ermidas e Cercal, estão desprezadas pela câmara municipal.

Anónimo disse...

É um tipo de festa que encaixaria que nem uma luva no centro historico de Santiago e em volta do castelo, só não percebo porque é que a câmara não faz programação para animar o centro historico da cidade de Santiago que está praticamente morta.

Anónimo disse...

Não há duvida que a feira medieval de Alvalade Sado era bem mais engraçada se fosse num castelo, mas eles não têm castelo e fazem-na. Nós em Santiago temos um castelo, mas é para estar ao serviço dos mortos.

Anónimo disse...

Vamos lá chamar as coisas pelo nome. Santiago é o que é pura e simplesmente pela mentalidade das suas gente. Por isso são conhecidos pelos "condinhos", não teêm onde cair mortos, tesos que nem carapaus, mas são todos descendentes de famílias brazonadas, de sangue azul. Como tal ainda vivem no século XIX. Tenho 58 anos, e nos bons velhos tempos de bailaricos, era sempre bom em Grândola, em Sines, em Ferreira, em Alcacer, mas em Santiago não. As meninas não podiam sair á noite, porque não era fino. E o cemitério está no castelo precisamente devido a essa mentalidade, ainda, do século XV. Estive em gozo de férias num pais de Leste. A economia que gira á volta do turismo cultural naquele país, onde os monumentos estão vocacionados para os vivos e não para os mortos, é enormissima. Lógicamente veio-me logo á idéia a envolvente do castelo de Santiago, com amostras dos nossos vinhos, da nossa doçaria, do nosso artesanato, na nossa gastronomia, etc. Infelismente a realidade é bem outra, quase 40 anos após o 25A, continua tudo na mesma.

Anónimo disse...

O concelho de Sines foi extraído ao de Santiago. Sugiro o desaparecimento do concelho de Santiago, a ampliação do concelho de Sines, e o aparecimento do concelho de Santo André.

Santiaguense disse...

Alcácer aproveita o seu castelo. Sines aproveita o seu castelo. Santiago ignora o seu castelo embora prometa há dezenas de anos que seria desactivado o cemitério. O Dr. Proença até chegou a prometer que o levantamento dos restos mortais seria feito por uma equipa chefiada por Moita Flores. Mas as promessas do Dr. Proença, é como se sabe. Em cada 100 promessas, cumpre 5 ou 6. O resto é para encher jornais, o programa na Antena Miróbriga e para a fotografia.
O concelho de Santiago está no fundo do poço e no pior estado desde o 25 de Abril.

Anónimo disse...

Ao anónimo 03:31PM

Aquilo que chama aos habitantes de Santiago não é verdade e é uma ofensa...Você está a falar de uma classe social que vivia em Santiago e que já quase não existe aqui na Terra...Alguns eram pessoas que serviram o concelho com verdadeiro sentido de serviço público...
Depois do 25 Abril vieram os comunas que além de não terem feito NADA, ainda destruiram o que de melhor o concelho tinha...
Sobre os bailes sempre foi assim...para os de Santiago os melhores bailes eram em Grândola e Sines e, para os de Grândola os melhores bailes eram os de Sines e de Santiago...Era assim naquela altura...mas havia Bailes nos Bombeiros (ringue), na Música, na Sociedade Harmonia e na União...
37 anos depois há uma espécie de bailes às vezes, promovidos pelos BV...
Caro anónimo, não tem a ver com o Povo, TEM A VER COM QUEM GOVERNA O POVO...
OS COMUNAS NÃO PRESTAM E ESTÃO A DESTRUIR CADA VEZ MAIS O CONCELHO DE SANTIAGO...!!!
Não precisava de ir a nenhum país de leste para confirmar o que existe em qualquer país normal...os castelos deviam ser para promover turisticamente as Terras...mas isso é pedir demais à falta de inteligência e vontade dos comunas que "invadiram" Santiago há 37 anos, para enriquecerem à nossa custa...!!!

lopes disse...

O anónimo das 3.31 não sabe o que diz e tal como o outro anónimo, ofende os habitantes de Santiago do Cacém.
E até lhe chamo a atenção de duas pessoas que mais tem feito por Santiago e que são das familias brasonadas que tanto critica:
O Arquitecto Lobo de Vasconcellos e o Dr. Falcão.
É serviço publico, é amor à terra e não é para ficarem ricos!

Anónimo disse...

Quem ler alguns artistas aqui, e não conhecer Santiago vai pensar que é terra só de gente brasonada. Há algumas familias com pergaminhos e raízes aristocráticas, mas estão longe de ser o grosso da população. Em quase todas as terras importantes, há sempre algumas familias mais ilustres ou com raízes aristocráticas. Coisa perfeitamente normal.
É engraçado que algumas dessas pessoas, como o Prof. José António Falcão, o Arqº Francisco Lobo e a suas familias, têm sido responsáveis por algumas das melhores iniciativas que Santiago tem visto, e que se saiba fazem-no por amor à sua terra. Achincalhar essas pessoas parece-me de muito mau gosto e ofensivo.
Não é por eles que Santiago chegou ao buraco onde está, mas sim pela gestão ruinosa e sem projecto que a CDU trouxe para Santiago. Freguesias envelhecidas, quase desertas, abandonadas, e uma sede de concelho praticamente destruida e que em tempos era conhecida como a Sintra do Alentejo.
Os santiaguenses é que são os verdadeiros culpados de o concelho ser governado pelo comité central do PCP.
Vereadores e presidentes de câmara que chegaram a Santiago praticamente tesos e sem onde cair mortos depois do 25 de Abril, estão hoje todos com a vidinha bem arruamada e vivem melhor do que aqueles a quem um dia chamaram burgueses, fascistas e reacionários.

Anónimo disse...

Ao Sr. Lopes:
Eu não critico as pessoas brazonadas, critico as que não o são e pretendem ser.
Porque em Santiago ser popular é olhado co desdém.
Porque em Santigo nunca conseguirão fazer uma festa verdadeiramente popular porque os "condinhos" não se misturam com a ralé,se fizerem um inquérito, nem 10 % das pessoas de Santiago se deslocam a Alvalade para verem a festa.
Porque permitem QUE OS COMUNAS GANHEM A CÂMARA COM MENOS DE 27% DOS ELEITORES INSCRITOS.

Anónimo disse...

Penso que tem havido pouca capacidade de envolver a população de Santiago em eventos interessantes e participados. O problema não pode estar só na população, mas também naqueles que dinamizam a vida da cidade.
Dou como exemplo a zona histórica de Santiago que apesar das obras feitas continua a ter pouca vida e poucos focos de interesse. Se não fosse a igreja matriz, não sei o que é as pessoas que nos visitam iam fazer lá acima. Só para ver a vista e um castelo/cemitério? Porque é que Grândola conseguiu ter um museu de arte sacra e Santiago não tem?
Onde é que está o centro de estudos jacobeus que a câmara prometeu para a casa velha da câmara municipal, onde eram os anteriores paços do concelho?
Onde é que está a candidatura da zona histórica a património mundial prometida por Vitor Proença?
Quando é que é que são recuperados os edificios propriedade da câmara municipal e dinamizados com artifices, artesanato, artes, etc?
Há muito para fazer por Santiago mas se em 37 anos de poder não foram capazes de fazer mais do que isto, penso que se devem ir embora e dar a vez a outros.