6.28.2010

Santiago do Cacém acolhe jornadas culturais "Sant'Iago Os Caminhos do Património"

Junto segue o programa destas interessantes jornadas, que juntam em Santiago do cacém diversos especialistas na matéria, num âmbito internacional.

30 JUNHO (quarta-feira)

SALA DE SESSÕES DA CÂMARA MUNICIPAL DE SANTIAGO DO CACÉM

15h30 • Sessão de Abertura

16h30 • Pausa para café

17h00 • Visita guiada ao Centro Histórico da cidade de Santiago do Cacém

19h00 • Encerramento


1 JULHO (quinta-feira)

AUDITÓRIO MUNICIPAL ANTÓNIO CHAINHO

09h00 • Inauguração do Largo Santiago de Compostela e da Exposição da Galiza, com intervenção de Xosé Sanchez Bugallo, Alcaide de Santiago de Compostela

09h30 • Sessão de Trabalho e Debate

Tema: CENTROS HISTÓRICOS E CAMINHOS DE SANTIAGO

MODERADOR: Prof. Doutor Arlindo Magalhães
Faculdade de Teologia da Universidade Católica do Porto

ORADORES:

Dr. Rui Parreira
A IMPORTÂNCIA DA AUTENTICIDADE NA IMAGEM DOS CENTROS HISTÓRICOS
Técnico da Direcção Regional de Cultura do Algarve

Arq. Javier Fernández
CENTROS HISTÓRICOS DE SANTIAGO DE COMPOSTELA
Chefe de Departamento do Centro Histórico, Ayuntamiento de Santiago de Compostela

Arq.ª Adeline Rucquoi
Directeur de Recherches E.N.R.S.

11h15 • Pausa para café

11h30 • Visita à Exposição MIRÓBRIGA, O TEMPO AO LONGO DO TEMPO
Centro Interpretativo de Miróbriga

• Lançamento do Catálogo da Exposição
Vítor Proença – Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém

• Visita guiada às Ruínas Romanas de Miróbriga
Dra. Filomena Barata
Assessora do Instituto dos Museus e da Conservação

13h00 • Almoço livre


AUDITÓRIO MUNICIPAL ANTÓNIO CHAINHO (continuação)

15h00 • Prof. Doutor José António Falcão
O CAMINHO E O CULTO DE SANTIAGO NO BAIXO ALENTEJO
Director do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja

15h30 • Sessão de Trabalho e Debate

Tema: MIRÓBRIGA E PATRIMÓNIO ARQUEOLÓGICO

MODERADOR: Prof. Doutor José d’Encarnação
Universidade de Coimbra

ORADORES:

Prof. Doutor Vasco Mantas
VIAS, PONTES E COMÉRCIO MARÍTIMO NA ÉPOCA ROMANA
Universidade de Coimbra

Dr. José Carlos Quaresma
CHÃOS SALGADOS (MIRÓBRIGA?): ANÁLISE DA GÉNESE, EVOLUÇÃO E ABANDONO DE UMA CIDADE ROMANA
Investigador da UNIARQ (Bolsa Pós-Doutoramento)

Dra. Filomena Barata
BALANÇO FINAL, MIRÓBRIGA NOS ANOS 90
Assessora do Instituto dos Museus e da Conservação

Dr. Juan Murillo
Arqueólogo - Ayuntamiento de Córdoba

17h30 • Pausa para café

18h30 • Visita guiada ao Museu do Trabalho Rural em Abela

20h30 • Encerramento


2 JULHO (sexta-feira)

10h30 • Visita à Costa de Santo André

11h30 • Visita ao Centro de Interpretação Monte do Paio* – Reserva Natural das Lagoas de Santo André e da Sancha * Será disponibilizado transporte para as visitas, mediante inscrição prévia
Arq.ª Ana Vidal - ICNB

13h00 • Encerramento

20 comentários:

Anónimo disse...

Se isto der resultados para ajudar a evoluir o concelho, tudo bem. Agora se for só para gastar dinheiro e não der depois em nada, é só mais uma a somar a outras. Era o centro de estudos jacobeus, era o museu de arte sacra, foi o projecto "do castelo velho ao castelo novo", foi a promessa de tirar-se o cemiterio do castelo, foi a promessa de candidatura do centro historico a patrimonio da humanidade, e até hoje não se vê nada disso a andar.

gomes disse...

Aquém do que Santiago merece e muito longe do que os Santiaguenses necessitam, as "jornadas culturais" foram essencialmente um exercício aplicado de ignorância arrogante (com honrosa excepção para alguns palestrantes), caciquismo partidário e exibicionismo politiqueiro.

Ficaram a perder a cultura, as Gentes e a imagem de Santiago.

Anónimo disse...

Onde ficaram as estórias das Gentes e a História da Cidade?

Com o que foi dado a conhecer como pode pretender-se que o centro histórico seja património da humanidade?

Anónimo disse...

Aquém do merito da Terra e da necessidade dos Municipes, as jornadas serviram exclusivamente para o exibicionismo iniquo de um partidarismo indiferente à res publica,que não hesita em condenar à mediocridade e ao obscurantismo o bom nome das gentes e a memória do seu passado.

Lopes disse...

Apesar do bom nível das comunicações, assistiu-se a um espectaculo de novo riquismo e exibicionismo do Presidente da Câmara Municipal.
E a pergunta que fica é: e depois? o que fica destas jornadas? o que virá seguir?
Um "caminho" de Santiago?...(mais uma fantasia do Dr. Falcão), o Centro Histórico Património Mundial?...(mais uma fantasia do Vitor Proença).
E que dizer do abandono do mesmo, da vergonha que é o Museu Municipal, com exposições ridiculas.
E a altura de se pensar em alternativas a esta gente.

Anónimo disse...

Fiquei decepcionada porque não vi grande interesse por esta iniciativa, que não vem acrescentar nada a Santiago. Acho que foi mais um flop da câmara municipal, que já nos habituou a estes delirios através do seu presidente e da secção da cultura, e o pouco de bom que sobrou foram algumas comunicações interessantes. O resto é para esquecer, porque foi um autêntico passeio de vaidades. Faz-me um pouco de confusão como é que o Dr Falcão arrisca o seu pescoço e nome neste tipo de realizações da câmara municipal.

de cá disse...

Também não se viu retorno desta iniciativa em lado nenhum...a não ser no Boletim Municipal

Anónimo disse...

Bem mais interessante foram os 2 Encontros de História do Alentejo Litoral organizados pelo CCEN, em Sines. São actividades diferentes é certo, mas estas jornadas culturais de Santiago feitas assim não têm grande futuro nem chamam público. E até deviam ir pelo concelho fora pelo menos a algumas freguesias, para mostrar mais património, a nossa cultura popular, os artesãos, as transformações da paisagem, exposições de fotografia, as quintas históricas, os monumentos, sei lá que mais.

Anónimo disse...

As vossas criticas, aliás pertinentes, não chegam aos destinatários certos que não têm disponibilidade nem inteligência para as perceber. De facto quem perde é Santiago.

Anónimo disse...

Não se pode comparar este evento com os encontros de história do ccen, porque são diferentes, mas em todo o caso estas jornadas culturais pareceram-me mal preparadas e mal promovidas, e ficámos com a sensação que nem para a habitual jogada da fotografiazinha, que esta câmara é useira e vezeira, serviram. Receio bem que no fim, apenas fique na ideia das pessoas que se tratou de mais um evento para o presidente exibir-se e mostrar-se, servindo-se de um pequeno grupo de pessoas algumas delas com valor, que se deixaram arrastar para mais uma acção propagandistica, a raiar o ridículo e que começam uma imagem de marca da cmsc.

Anónimo disse...

Não se pode exigir mais com o modelo e as pessoas que mandam na cultura em Santiago ao nivel municipal.

B Varela disse...

E o estado a que chegou o Museu de Santiago?
Lamentável, a vergonha a que aquilo chegou!
Alguém o acuda: Dr. Falcão, Arq. Lobo, Dr. Madeira, Matias, Gentil, Luis do Ó, alguém antes que seja tarde.
E aquela múmia da Vereadora ou a apaniguada Chefe de divisão Célia, nada tem a dizer???

Uma santiaguense disse...

Lamento bastante o que está a acontecer em santiago na politica cultural do concelho, bem como a situação do museu, a falta de exposições de qualidade, etc, mas para vos ser sincera não estou minimamente surpreendida.

Anónimo disse...

Diz bem a anónima das 2.12: faltam exposições de qualidade superior em Santiago. Por este andar, Santiago arrisca-se a ficar na cauda do panorama cultural do litoral alentejano, e não é apenas uma questão da falta de boas exposições. Isso é apenas uma necessidade que resulta de um problema maior, que é basicamente estrutural e de falta de capacidade.

Anónimo disse...

Santiago tem todas as condições para se afirmar como a capital cultural do Alentejo Litoral mas não é com esta estratégia da CM. Porque a CM exige do Estado, como tem feito agora com as ruínas Miróbriga, mas não faz a sua parte. Deixa cair edifícios da valor, o cine-vitória de Ermidas está quase destruído também, temos festas na Praça Zeca Afonso que é uma verdadeira nódoa em Santiago, temos o castelo entregue aos mortos quando devia ser para uso dos vivos, o museu municipal devia levar uma volta de 180º, não temos uma boa exposição há vários anos, etc, etc, e estamos a perder terreno para outros concelhos à volta de nós.

Anónimo disse...

Na verdade, o caso do cinema das Ermidas dado como sendo projecto do arquitecto Cassiano Branco, pode ser o paradigma do desmazelo cultural da autarquia na área do património edificado.
Os ermidenses, esses (e mesmo assim já vão sendo poucos) parecem contentar-se com as festas de Sta. Maria.
Qual o papel das associações culturais e de desenvolvimento regional existentes na área do concelho?

Anónimo disse...

a população de ermidas se tivesse coragem e tomates tinha feito algo mais para não deixar o cine-teatro àquele estado, e tinham feito barulho em tudo quanto é sitio. Com abaixo-assinados nao vão a lado nenhum porque os abaixo-assinados são escondidos numa gaveta qualquer e morrem no momento em que são entregues.

Anónimo disse...

Ainda sobre o cinema da Ermidas: este ano há festas- não seria de aproveitar a deixa para fazer uma boa reportagem sobre tudo aquilo?

Anónimo disse...

Cultura em Santiago é sinónimo de António Chainho, e pouco mais. É António Chainho por todos os lados e vá António Chainho. Já agora, para quando mais um concerto com António Chainho?

Anónimo disse...

É natural que seja o António Chainho o espoente máximo da "cultura" em Santiago...o "Homem" é do Partido, foi mandatário do Presidente actual...AGORA A CÂMARA COM O NOSSO DINHEIRO TEM QUE PAGAR O "FAVOR"...Já recebeu muitas dezenas de milhares de Euros como "professor" da Escola de Guitarra, que existe à 7 anos....CONTINUAMOS À ESPERA DO 1º ALUNO QUE TENHA APRENDIDO ALGUMA COISA E, SAIBA TOCAR...é o minimo que se pode exigir...QUANDO SERÁ????

De todo o Programa o que me "saltou" mais à vista foi a: "VISITA À COSTA DE SANTO ANDRÉ"...COMO É POSSÍVEL A CAMBADA QUE ESTÁ NA CÂMARA ´NÃO TER "VERGONHA" DE MOSTRAR A MERDA QUE FIZERAM DURANTE ESTES 36 ANOS, NA MINHA BELA PRAIA DA COSTA...

ENFIM, HIPÓCRITAS E, ESTÚPIDOS...