1.18.2010

Um grande nome no Festival "Terras Sem Sombra"

Jordi Savall, um dos melhores intérpretes e divulgadores da música antiga, abre no próximo dia 23, em Santiago do Cacém, na Igreja Matriz, o VI Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo – Terras Sem Sombra. Rádio Voz da Planície é parceiro oficial para a divulgação.
"Santiago do Cacém recebe, no próximo dia 23, o primeiro espectáculo da 6ª edição do Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo – Terras Sem Sombra e acolhe um dos melhores intérpretes e divulgadores da música antiga, o catalão Jordi Savall, acompanhado por Pedro Estevan, que costuma actuar nos grandes palcos do mundo e que se disponibilizou para vir fazer uma apresentação do seu trabalho ao Alentejo”, as declarações são de Filipe Faria, da Arte das Musas, parceira do Departamento do Património Histórico e Artístico na organização do Terras Sem Sombra e responsável pela programação deste Festival.
“O VI Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo, que se prolonga até ao dia 8 de Maio, é dedicado ao tema: «Limites imensos: a contemporaneidade na música antiga» e tem como objectivo explorar a relação da música antiga com a contemporânea. Continuar a conhecer o sucesso que temos tido até agora, dar palcos aos novos músicos portugueses, que no nosso País têm dificuldade em entrar na programação dos grandes festivais, e trazer ao Alentejo referências internacionais são os outros objectivos que se pretendem cumprir também na edição 2010 do Terras Sem Sombra”, disse ainda Filipe Faria.

http://www.youtube.com/watch?v=orPuqxoHq6o

http://www.youtube.com/watch?v=Fh9TI7_Im-c

7 comentários:

Anónimo disse...

Santiago acolhe e bem este festival, que tem a mão do departamento do património de beja. É um bom acontecimento para Santiago, mas fazem falta mais para dar mais animação à zona histórica ao longo do ano. Acho que já é tempo de se fazer mais uma grande exposição de arte sacra na igreja matriz de Santiago.

Anónimo disse...

Santiago do Cacém tem uma sorte muito grande em contar com o entusiasmo e a dedicação de um dos seus filhos, José António Falcão, cuja carreira internacional não o faz esquecer a terra de origem, fazendo por ela tudo o que pode. É evidentemente pela sua mão que se conseguiu este pequeno milagre: trazer Savall, o grande Savall, a Santiago, e arrastar uma multidão atrás de si. Ainda há pouco tempo o maestro catalão se recusou a actuar na Casa da Música, por falta de agenda. A equipa de José António Falcão não brinca em serviço. A Câmara Municipal aproveitou-se mais uma vez das circunstâncias, mas ainda bem. É bom ver que Santiago se projecta com qualidade! Temos pena que Falcão não arregace as mangas e se meta na vida pública, mas compreende-se a sua equidistância dos partidos políticos. A cultura é de todos e para todos. Parabéns.

Anónimo disse...

Há uma coisa que me anda a moer a alma, essa esquisita e hipócrita aproximação entre comunistas, logo ateus, com a Diocese de Beja. Paira algo no ar que não consigo identificar.

Anónimo disse...

O José António Falcão onde mete as mãos é para fazer coisas à séria, com profissionalismo e inteligência. Mais vale um dedo do J.A. Falcão que toda a equipa do pelouro da cultura da CMSC que na maioria deixam muito a desejar. Muito deve Santiago ao J.A. Falcão, e neste concerto vimos mais uma vez o emplastro a pavonear-se com ares de importante, que até dá tristeza.
Foi só rir!

Anónimo disse...

não sejamos maniqueístas, a cultura está acima de ideologias, viva Santiago e viva o Alentejo. Estive no concerto e foi óptimo.

Anónimo disse...

Nem todos os comunistas são ateus, nem comem criancinhas. Além disso, a cultura deve pairar acima da política, se é verdadeira cultura. No concerto, multitudinário, havia gente de todos os quadrantes, do BE aos monárquicos. Ainda bem que se fazem coisas assim no Al Litoral!

Anónimo disse...

A sorte de Santiago ainda vai sendo o Falcão que consegue puxar pela câmara para que esta terra ainda tenha de vez em quando algum evento de nível cultural acima da média, porque caso contrário isto era um atraso de vida anos a fio, de tanta pimbalhada, figuras publicas de novelas, artistas da cassete pirata e outros quejandos.