5.18.2009

Dia Internacional dos Museus

Hoje é o Dia Internacional dos Museus e comemora-se hoje um pouco por todo o país!
Na nossa região é alheamento habitual...Santiago do Cacêm, com dois Museus, Sines com a nova "Casa de Vasco da Gama" e Grândola e Odemira passam ao lado disto tudo.
Triste!

19 comentários:

SANTIAGUENSE disse...

NADA DE NOVO EM SANTIAGO ESPECIALMENTE TENDO EM CONTA A POLITICA CUTURAL DO MUNICIPIO SOB O ROSTO DE MARGARIDA SANTOS, A PIOR VEREADORA QUE ALGUM DIA PASSOU PELA PASTA DA CULTURA NA CMSC. NÃO SE COMPREENDE QUE TENDO SANTIAGO DOIS MUSEUS E O TESOURO DA COLEGIADA NÃO SE FAÇAM QUAISQUER INICIATIVAS EM COLABORAÇÃO COM AS ESCOLAS, ASSOCIAÇÕES, JUNTAS DE FREGUESIA, ETC. A CULTURA EM SANTIAGO É UMA TRISTEZA PERMANENTE.

Anónimo disse...

E ALCÁCER NÃO FAZ PARTE??? Não????

Anónimo disse...

Vai ao menos valendo alcacer do sal que lentamente se vai assumindo como a capital cultural do alentejo litoral. Festeja o dia dos museus, tem um mês inteiro dedicado às actividades culturais e no proximo fim de semana realiza o 1º encontro de história e de arqueologia. Acho que é um exemplo para todo o litoral alentejano e está no bom caminho ao contrario de Santiago, Sines, Grandola e Odemira que é só populismo e não se aproveita nada na área da cultura.

Anónimo disse...

Sem tirar nem por assino por baixo do post do santiaguense.

Anónimo disse...

E já agora para o autor deste blog, que não considerou Alcácer do Sal, pode ficar a saber que no dia 18 reabriu ao público o museu etnografico do torrão, após obras de conservação, e também nesse mesmo dia na cidade foi inaugurada na pousada uma exposição sobre os espaços de culto e religiosos situados no concelho.

Anónimo disse...

Cultura da treta é o que acontece em Santiago, que não sabe aproveitar o muito que tem de bom. Tanto dinheiro mal gasto e esta cãmara ainda não percebeu que a antiga cadeia já não serve os interesses do concelho e que é preciso começar a pensar em criar um novo museu de raiz, num edificio proprio.

Anónimo disse...

Na realidade existe, em Santiago, uma flagrante e preocupante ausência de estratégia cultural no que diz respeito à museologia e aproveitamento do imenso património do concelho que leva a que nestas datas não exista qualquer actividade, entre outras questões. O concelho é riquíssimo em património e é necessário que o executivo municipal perceba isso como uma mais-valia e nessa medida defina politicas e projectos de modo a que se colham os frutos desse património quer do ponto de vista cultural quer na área do turismo.

Alentejo_SW disse...

Caros alcacerenses...pedimos desculpa se não nos explicámos bem, mas fizemos referência aos concelhos que NÃO tinham actividades...logo Alcácer do Sal, que tinha actividades, não foi mencionado!

Anónimo disse...

Temos que dar o braço a torcer e reconhecer que alcacer do sal pelo menos nestes assuntos está muito à frente do resto do litoral alentejano. E quem semeia como eles estão a semear, terá boas colheitas mais cedo ou mais tarde!

Anónimo disse...

Santiago, Sines, Grandola e Odemira são uma lástima falando de museus, recuperação de património, arqueologia, estudos históricos, publicações, actividades em volta do património,etc. Em Santiago neste mandato apenas algo verdadeiramente importante se fez que foi a exposição de arte sacra, e nem sequer foi uma ideia da câmara. O museu de Abela está bonitinho, fofinho, mas não traduz sequer 5% do património rural do concelho. Em Santiago faz falta uma visão mais alargada, mais abrangente, da importância do património, que não está ao alcance deste executivo comunista, especialmente de quem tem a pasta da cultura.

Maria Paula Martins disse...

Dou daqui os meus sinceros parabéns à câmara municial de alcacer pelo excelente trabalho que tem vindo a fazer pela identidade da região, e na divulgação da história dos nossos povos. Bem hajam!

Anónimo disse...

santiago do cacém está entregue a um descomandaddo e a uma descomandada, todos provenientes da CDU. vaidades, feiras, operações de charme, tudo pelo Proença. acontece que quem vai a Santiago do Cacém aquilo é um marasmo, uma desgraça. politicas de Proença e de D. Margarida que tem uma lingua de trapo para dizer mal dos outros e cortar na casaca e depois não vê a triste figura que faz. O Sr. Proença, tira a mulher da cultura, ponha-a no refeitório e mesmo assim verifique se ela lava bem os pratos!. E já agora a que se tantos amores com o Beato lá de Grândol ? Será que temos namoro para a nova CIMAL? Alcácer a daar pontos aos restantes concelhos e ainda dizem mal do paredes. pois, pois, ele lá vai e os outros tão espertos estamos a ver. Esperem pelos resultados.

Anónimo disse...

O problema em santiago não é de pessoas mas sim de politicas erradas. Um concelho cada vez mais coxo, que culturalmente ostraciza o interior e concentra os principais equipamentos nas cidades de santiago e de santo andré enquanto vai deixando cair o resto como aconteceu com o cine-teatro Vitória, em Ermidas. Um concelho que não faz nada pelo património do interior do concelho, nem pela sua vasta História ao passe que alcácer do sal descentraliza actividades e obras pelas suas freguesias, e pelo seu património.

Anónimo disse...

O museus em Santiago andam ao abandono, assim parece.
Será fruto de uma política desinvestimento em profissionais qualificados?
Parece estarmos sobre um o domínio de uma política de direita.
A cultura existente é o popularucho, não se educam públicos, mas obtém-se votos.

de cá disse...

Realmente o panorama dos Museus de Santiago, em especial do Museu Municipal, e de toda a política de cultura de Santiago do Cacém é confrangedor e não se vê melhorias.
Não aprendem com os erros nem com o que se vai fazendo á volta deles.
Mas se calhar tem a ver com a asneira que disse o anónimo das 12.46, que acha que a cultura é apanágio da "esquerda" e cito ..."Parece estarmos sobre um o domínio de uma política de direita" e que só a esquerda é que sabe fazer ou produzir ou apreciar cultura.
A cultura está ligada a vontades, a inteligência, a saber, a aprender e isso não tem cor politica e enquanto assim se pensar é que a cultura não chega a todos!

Anónimo disse...

O estado dos museus em santiago é o fruto das politicas municipais na cultura. Que priviligiam o popularucho, a cultura pimba e outras que são as adequadas ao eleitorado CDU que lhes garante as eleições, por isso está tudo explicado. Santiago precisava mais de um bom edificio de raiz para um novo museu, do que este auditório Chainho, porque a velha cadeia não tem quaisquer condições para fazer crescer o museu municipal e mostrar todas as suas coleções com dignidade. O museu de Abela está razoavelmente apresentavel, mas o edificio é muito tacanho e não tem condições nenhumas para desenvolver um projecto evolutivo e se não tiver uma dotação financeira própria não demora que venha a ter problemas. Tudo isto resulta da falta de objectividade e planeamento atempado das politicas culturais do municipio.

santiaguense disse...

Santiago do Cacém podia ser uma referência na museologia nacional em diversas áreas do património. Na etnografia, oom particular destaque para o mundo rural e nas memórias da sua costa marítima (Santo André), na arqueologia, na arte sacra, na arqueologia industrial e em vários espólios particulares. Infelizmente esta mais-valia do concelho tem sido praticamente desprezada por força de um pelouro da cultura da CMSC entregue a incompetentes e ignorantes sem capacidade para fazer o trabalho que se impõe no concelho e que o projecte a nível nacional.

Anónimo disse...

em resposta ao de cá...
Toda a gente sabe que é apanágio, o maior investimento da esquerda ao nível cultural, sobretudo, das câmaras comunistas. Por muito que lhe custe.
No entanto, felizmente, acredito que esteja a mudar, pelo menos disso existem alguns exemplos.
Santiago não é disso exemplo nunca houve política para a cultura a bem dizer.

Anónimo disse...

Santiago é cada vez menos alentejana com este executivo CDU. Pouco valor dá ás suas raízes. Muito pouco para o que devia ser. Muito pouco comparativamente com o que fazem a maior parte dos concelhos alentejanos, que cuidam bem do seu património material e imaterial. Santiago é bom mas é em politica espectáculo onde se gastam rios de dinheiro com artistas da tv, gente do jet set, beldades das novelas, passeios de helicóptero para os velhinhos, e outros que tais. Pão e circo. Para a cultura, para a identidade, para o património gasta-se muito pouco para as necessidades de um concelho destes. Tenho muita pena que assim seja, mas nós que aqui nascemos sentimos as nossas raízes de forma diferente dos que gerem a câmara uma vez que são de fora e não sentem a terra como sua.