12.04.2008

Arqueologia e História de uma Madina do Garb al-Andalus apresentado em Alcácer do Sal

Alcácer do Sal – Arqueologia e História de uma Madina do Garb al-Andalus é o título da obra que a autarquia apresenta esta sexta-feira, pelas 17 horas no auditório da biblioteca municipal.
Reeditada quatro anos depois da 1ªedição - rapidamente esgotada - o livro aborda o período islâmico da história de Alcácer do Sal e dá a conhecer um pouco mais sobre o que terá sido Alcácer do Sal.
Sem tabus ou fases obscuras, o trabalho do gabinete de arqueologia da autarquia desde os anos 90 tem tornado visível a grandeza de Alcácer do Sal durante o período islâmico.
Da autoria de António Rafael Carvalho, João Carlos Faria (entretanto falecido) e Marisol Aires Ferreira, esta 2ª edição, revista e actualizada, é reflexo de novos dados e novas perspectivas de análise e surge em resposta a novas solicitações de investigação que entretanto surgiram.
A obra é dedicada a população do concelho de Alcácer do Sal que fica também assim a conhecer melhor as suas origens.

8 comentários:

Anónimo disse...

Temos que reconhecer que Alcácer não deixa os seus créditos em mãos alheias, no que respeita ao tratamento e divulgação do seu imenso património. E com um pequena equipa de arqueologia (reduzida pela morte do dr. Faria) tem feito mais do que o resto dos concelhos do litoral juntos. São escavações, foi a cripta, são os estudos, e são as diversas obras publicadas. Já não falando no acompanhamento arqueológico de diversas obras urbanas do concelho, algo que em Santiago, por exemplo, tem sido simplesmente vergonhoso, escandaloso e sem paralelo no país. Enquanto estes senhores autarcas que estão ali bem instalados nos paços do concelho continuarem preocupados em arranjar tachos para os seus boys, muitos deles autênticos monos que não acrescentam nada de útil ao municipio, e não se dotarem de pessoas capazes por exemplo nestes assuntos, vamos continuar a ver os concelhos à volta a recuperar património e a publicar obras de grande valor como é o caso desta em Alcácer.

Anónimo disse...

Novamente ALCACER DO SAL a marcar pontos. Que o resto da região se cuide porque pelo andar da carruagem ALCACER DO SAL em pouco tempo torna-se o concelho cultural de referencia na região.

Anónimo disse...

Um bem haja para a equipa de arqueologia de Alcácer do Sal que tem feito um trabalho extraordinário e é um exemplo para as outras câmaras do litoral alentejano.

Anónimo disse...

O concelho que mais razões tinha para ter um gabinete de arqueologia que é Santiago Cacém, anda séculos atrasado e ainda tem um presidente com a lata de amandar bocas ao estado por causa de Miróbriga. Sem blá, blá, Alcacer vai mostrando serviço

Anónimo disse...

Muitos parabéns a Alcácer do Sal. Já o mesmo não se pode dizer de Santiago do Cacém, a começar pela débil capacidade do pelouro da cultura, que ao que parece tem a Senhora Margarida, à cabeça. Pois por Santiago do Cacém, nada se passa. Então Senhora Vereadora Margarida, que diz? Que diz do fraco desempenho do seu pelouro? Tenha tino na língiua quando abre a boca para dizer mal de alguém pois os seus telhados são de vidro. A senhora nada tem feito e nada fará. O Presidente Proença, já pensou em arrumar as botas e ir de vez gozar a reforma, pois tamanha grandeza de disparates e coisas mal feitas tem o seu mandato. A gestão CDU não presta e não é aquilo que certamente se quer para santiago do cacém. E no caso da dona Margarida, vereadora da cultura, está à vista a incapaciddade, até podia ser incompetência, sempre poderia ir tirar um curso de aperfeiçoamento, mas incapacidade essa é demias. Incapacidade para não enxergar um palmo à frente da testa.

Anónimo disse...

O grande mal da cãmara de santiago na cultura foi o Proença ter deixado o pelouro da cultura para ir para presidente. Como presidente é o que todos sabemos (não dá mais do que já vimos) mas como vereador da cultura ainda fazia umas coisas. Agora com esta vereadora, é simplesmente para esquecer. Mais fraca deve ser dificil encontrar.

Anónimo disse...

Então para as freguesias do interior, é confrangedor porque não há politica cultural municipal absolutamente nenhuma. Uns miseros subsidios entregues tarde e a más horas, nada mais.

Anónimo disse...

O concelho de santiago cacém em termos de cultura é santiago e santo andré, o resto é paisagem.