11.24.2008

Anunciada a construção do IP8 entre Sines e Beja

Foi anunciada a construção do IP 8, que parte de Sines em direcção a Beja.
É uma notícia importante para a mobilidade na região do Alentejo Litoral. No entanto, até hoje, que se saiba, ainda não se tem informação de qual o traçado, por onde irá passar, quem irá afectar, que trabalhos serão necesários. O mesmo se passa com o total silêncio sobre a "secreta" variante do Hospital, já aqui referida ou sobre algo que se reveste de extrema importância, mas que não ouvimos os autarcas de região, e em especial de Santiago e Sines, tecerem grande comentários: a linha férrea entre Sines e Espanha.
Por onde passará, que tipo, que bitola, onde vai entroncar, mercadorias e passageiros?
Nada se sabe e como vem sendo hábito, nada é discutido a nível local!
Mas falemos daquilo que se sabe: o IP 8:
A construção do Itinerário Principal (IP) 8, entre Sines e Beja, com perfil de auto-estrada, deverá arrancar até final do primeiro semestre de 2009. Segundo Paulo Campos, secretário de Estado adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, o Governo prevê anunciar até 2 de Dezembro o vencedor do concurso público para a concessão rodoviária do Baixo Alentejo, que inclui a construção dos primeiros quatro troços do IP8, entre Sines e Beja, com portagens entre Santiago do Cacém e Beja. Paulo Campos assinou também o contrato de adjudicação da beneficiação da Estrada Municipal (EM) 528-2, entre as proximidades do futuro terminal civil do aeroporto de Beja e a Estrada Nacional 121, junto ao futuro nó de São Brissos (Beja) do IP-8.O secretário de Estado indicou ainda que já decorrem o estudo prévio do quinto troço do IP8, entre São Brissos e Baleizão (Beja), e o projecto de execução do último troço, entre Baleizão e Ficalho, que não terá perfil de auto-estrada, decisão que motivou a criação, no início de 2007, da comissão de utentes do IP8, formada por 13 autarcas das juntas de freguesia de Beja e Serpa e cerca de 150 empresas e entidades dos concelhos, que exigem a construção do IP8, entre Sines e Espanha, com características de auto-estrada

8 comentários:

Anónimo disse...

eles não falam porque não têm nada para dizer tal é a incompetência que têm revelado nestas matérias. Ou incompetência ou gato escondido de rabo de fora que está a criar este muro de silêncio à volta destas questões tão importantes para a região dos autarcas de Sines e Santiago. E o resto dos partidos, ou seja a oposição, mais uma vez a não dar sinais de vida, ou será que há muito que são defuntos e nós é que não demos por isso?

lopes disse...

Para variar tudo o que é importante é sempre discutido em Lisboa, ou sem a participação dos locais.
As autoriddaes demite-se ou escondem as coisas.

Anónimo disse...

SIMPLESMENTE VERGONHOSO ESTE SILENCIO DESTAS DUAS CAMARAS MUNICIPAIS.

alentejano disse...

Eu não sei se é estupidez, ignorãncia, má vontade ou incompetencia....
Alguém me pode esclarecer?

Anónimo disse...

eu tb gostava de perceber melhor o que se passa mas tb não consigo. para além disso temos uma comunicação social na região que na maior parte das vezes limita-se a publicar noticias a partir comunicados das cãmaras e passam ao lado dos temas que possam incomodar os senhores autarcas. nem se dão ao trabalho nalgns casos de fazer mais do que publicar comunicados das cãmaras.

Anónimo disse...

Não podia estar mais de acordo consigo, carissimo anónimo das 2.33. Com estes jornais e rádios da região, não vamos a lado nenhum. De resto, por exemplo ao jornal NOTICIAS DO LITORAL, nem se pode chamar jornal mas apenas um folheto publicitário com alguns artigos feitos pelos gabinetes das câmaras municipais no meio da publicidade. A comunicação social do litoral alentejano era um bom tema para este blog.

Anónimo disse...

Verdade...os meios de comunicação muito fracos...concordo com a observação sobre o Noticias do Litoral e o outro o Litoral Alentano parece um orgão do PCP!

A Lobo disse...

Os anónimos serão os defensores das politicas das autarquias, partes directamente interessadas na discussão deste problema?.
È que não se vê ou lê um contributo perfeitamente defendido e assumido com nomes, sempre a coberto de "anónimos" e nomes inventados.
Para defender a nossa terra, os nossos comuns interesses, a nossa rua ou seja lá o que for, se criticamos e exigimos, porque se escondem quase todos ?

A bem da região e se fosse da Nação, não teria qualquer problema em assumi-lo.

Antonio Lobo de Vasconcellos