10.20.2008

Uma boa ideia...será que os cinco municípios do Litoral Alentejano se vão unir?

Sete municípios do Baixo Alentejo valorizam património


Sete municípios do Baixo Alentejo querem projectar a nível nacional e internacional os seus aglomerados urbanos e atrair turistas, através de uma rede que prevê requalificar património e organizar eventos culturais, num investimento de 7,5 milhões de euros.As câmaras municipais de Aljustrel, Almodôvar, Beja, Castro Verde, Mértola, Moura e Serpa, através do Pacto para a Competitividade e Inovação Urbanas, assinado ontem, em Beja, criaram a Rede Urbana para o Património.A rede "resulta da vontade dos municípios trabalharem em conjunto para desenvolver projectos de requalificação e promoção do património para dinamizar o turismo" no território abrangido pelos concelhos parceiros, explicou hoje à agência Lusa João Margalha, coordenador da candidatura do programa estratégico da rede.

12 comentários:

Anónimo disse...

ACHO QUE ERA O IDEAL PARA A NOSSA REGIÃO UMA COISA ASSIM, COM TODOS OS CONCELHOS, PORQUE A REGIÃO DEVE SER ENTENDIDA COMO UM TODO E NÃO CONCELHO A CONCELHO. SERIA UMA MAIS-VALIA IMPORTANTE PARA O LITORAL ALENTEJANO. MAS INFELIZMENTE A POLITICA METE-SE NISTO E NÃO ACREDITO QUE ALGO ASSIM SEJA POSSÍVEL NESTA REGIÃO. E É UMA PENA QUE SEJA ASSIM.

crescer disse...

e a rede que realmente existe. dessa ninguém fala.

Anónimo disse...

qual rede?
o que eu vejo é património a ser desabaratado constantemente no concelho de santiago. haja mais é um pingo de vergonha, srs da cãmara municipal

crescer disse...

" O Município de Vendas Novas informa que a candidatura “Corredor Azul – Rede Urbana para a Competitividade e a Inovação”, da qual este município faz parte, foi seleccionada para efeitos de co-financiamento. O anúncio foi feito pelo Secretário de Estado do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano e teve por base o Relatório Final da Comissão de Selecção, constituída para o efeito.
Esta e outras quatro candidaturas foram seleccionadas num total de 26 a nível nacional. Um dos principais critérios de selecção consistia na avaliação das condições para se desenvolver uma dinâmica demonstrativa do potencial, do valor acrescentado e da capacidade de concretização de projectos através de uma abordagem de cooperação interurbana.
Esta acção preparatória de selecção insere-se na futura implementação do Instrumento de Política “Redes Urbanas para a Competitividade e a Inovação” no âmbito dos Programas Operacionais Regionais.
O “Corredor Azul” foi uma candidatura apresentada por dez municípios alentejanos que representam o eixo da Auto-Estrada A6, ligação do Alentejo Central à Grande Lisboa, em articulação com a A2 e a ligação ao corredor Sines/Santiago do Cacém/Elvas/Madrid. Pretende-se com esta candidatura que possam ser promovidos três importantes áreas para o desenvolvimento da região, como a tecnologia e logística, produtos nacionais, turismo e património. Os municípios envolvidos são Elvas, Estremoz, Évora, Montemor-o-Novo, Santiago do Cacém, Sines, Vendas Novas, Arraiolos, Borba e Vila Viçosa aos que se juntam o apoio de parceiros como o Instituto de Emprego e Formação Profissional, Universidade de Évora, Instituto Politécnico de Portalegre, ADRAL, Parque Industrial de Vendas Novas e CEVALOR – Parques Tecnológicos

Vendas Novas, 19 de Dezembro de 2007" in http://www.cm-vendasnovas.pt

Anónimo disse...

Este "Corredor Azul" é mais uma invenção estranha.
lê-se o que previligiam em Sines e falam em logística, transportes, acessibilidaes, sociedade de informação, competitividade.
Lê-se o que previligiam em Santiago do Cacém e falam em turismo, sustentabilidade, meio ambiente, património, vistantes.
Como se pode ver, um discurso concordante.
Além disso um corredor "azul" (e porque não verde...ou mais vermelho, a cor das camaras envolvidas) em que as Câmaras de Grândola e Alcácer não estão, é um corredor interrompido.
E qual a afinidade entre Santiago do Cacém e Sines com Vendas Novas ou Elvas?
Mais uma vez estamos sempre a reboque de outros interesses que não os reais da nossa região!

Anónimo disse...

Aqui o que fazia falta era uma estratégia integrada e sustentada para o litoral alentejano, partilhada por todos os concelhos da região. Queriam ver o impulso de desenvolvimento que isso não daria para as populações nas mais diversas áreas - económica, social, turismo, cultura, etc. Mas com alguns artistas que estão na frente das cãmaras, como este Vitor Proença, Beato, etc, isso é quase impossível.

crescer disse...

É impressionante!!!

As pessoas são incapazes de reconhecerem algo de bom que se faça.

Acha que se a candidatura fosse má tinha sido aprovada? Convém é ler antes os regulamentos e entender do que se fala.

Para terminar poderia consultar o stape para ver a "cor" das câmaras.

Anónimo disse...

Duvido muito que algum dia os concelhos do litoral alentejano se unam para algo deste tipo, deste artigo. Duvido muito. Mas até concordo que fazia todo o sentido.

de cá disse...

Caro amigo "crescer"
Sem me querer meter no diálogo com o "anónimo" anterior, gostaria de deixar aqui algumas reflexões:
Qualquer candidadatura pode ser feita e aprovada (resta saber se a União Europeia aprova e envia o dinheiro).
Nesse ponte de vista deve-se tentar de todas as maneiras ir buscar dinheiro para as nossas regiões.
Agora que é um facto que as Cãmaras de Santiago e Sines estão de candeias às avessas com Grândola e Alcácer por questões de côr politica é um facto inegável e que grande prejuízo trás à nossa região.
Também é um facto inegável que existe uma truncagem no "corredor" e que as ligações/afinidades com os outros municipios referidos são um pouco ténues.
Mas venha o dinheiro que é isso que se trata!

crescer disse...

Quem aprova as candidaturas não é a UE, mas sim as autoridades de gestão, neste caso foi a DGOTDU. O artigo refere que de 26 candidaturas a nível nacional, apenas 5 foram aprovadas.Portanto, nem todas foram aprovadas.Posso lhe dizer que algumas delas eram bastantes boas, conforme foi referido pela própria DGOTDU, mas face às novas regras não poderiam ser aprovadas.

Quanto a Alcácer e Grândola, estas andam a pensar que o turismo vai resolver todos os seus problemas. Daqui por 20 anos vamos ver o que acontecerá.

Porque os outros municípios constantes na candidatura, tem algo mais a "dar" do que turismo. Como seja boas zonas industriais.

Eu acho, mas isso sou eu a pensar, que modelos de desenvolvimento económico assentes somente no turismo não resultam.

Para terminar, o mal-estar politico na região é resultado da inépcia de quem nos comanda que prefere constantemente pensar no partido ou nele próprio a pensar no povo. O resultado é desastroso, se pensarmos que as instituições supra-municipais, onde estão os 5 municípios andam moribundas e de nada ou pouco nos servem.

de cá disse...

Caro amigo crescer
A DGOTDU pode aprovar o que quiser (e sobre as "aprovações" da DOGOTDU é melhor nem falar,porque entramos no Ordenamento do território e o resultado está à vista) mas se o dinheiro não vier da UE, do QREN, não se irá longe.
Concordo que só dsenvolvimento baseado no Turismo não serve, tem de ser um todo.
Mas também assistir à proliferação de micro zonas industriais que estão ás moscas.
Mas uma vez estamos a ver as coisas sectoriais,a pensar no umbigo, na cor politica.
Mas como disse...venha o dinheiro.

crescer disse...

Mais uma candidatura aprovada:

"Acções Preparatórias PROVERE da Associação de Municípios do Litoral Alentejano pretende a realização de um plano de acção efectuado a partir de uma estratégia com forte grau demonstrativo na área da gestão activa dos espaços protegidos do Litoral Alentejano e Costa Vicentina simultaneamente na componente de aproveitamento turístico e na exploração de recursos endógenos." in www.qren.pt

Considera que as zonas industriais de Estremoz, Vendas Novas e Sines são "micro zonas"?