8.19.2008

Personalidades do Litoral Alentejano II



No seguimento do post em que sugerimos crias uma galeria de notáveis da nossa região, aqui está um resumo dos nomes que foram sugeridos.



Julgamos que esta lista ainda pode, e deve, ser aumentada.



Ficamos a aguardar mais contribuições.






Bernardim Ribeiro



Vasco da Gama




Pedro Nunes


Dr. João Cruz e Silva


João Branco Núncio


Padre António Macedo


António Chaínho


Al Berto


Manuel da Fonseca



Camacho Costa


Trio Odemira


Dr. AntónioInácio Cruz


José Miguel da Costa


Dr. José António Falcão


Arq. Francisco Lobo de Vasconcellos


Dr. João Faria


Maria Amália


Prof. Dinis Silva


Luis Silva do Ó


José Matias


Raul Oliveira


Padre Malvar da Fonseca


Conde de Avillez


Conde do Bracial


Arnaldo Soledade


D.Vataça


16 comentários:

Anónimo disse...

Emmérico Nunes

Anónimo disse...

Penso que Mário Primo pelo trabalho que tem feito pela cultura em Santo André e no concelho que já merece estar nesta lista.

Anónimo disse...

está aqui uma foto do João Faria... saudades que eu tenho deste Homem...

http://photos1.blogger.com/blogger/3767/1363/1600/Jo%3F%3Fo%20Faria.jpg

alentejana disse...

os profs António Martins Quaresma e João Madeira são um bocado discretos e não gostam de protagonismos mas acho que o seu trabalho em prol da história e do património desta região lhes dá o direito de constarem na lista. Eu pelo menos acho que sim.

Anónimo disse...

não é facil nesta regiao o papel de Dário Cardador que se debate com muitos problemas e nessa medida entende-se como um dos pioneiros da região na defesa do nosso ambiente e ecosistemas naturais que pode ser metido na lista.

anónimo 22 disse...

Só indico pessoas vivas e a ordem é arbitrária:
Dr. Mário Primo,
Dr. Ludgero Paninho (o verdadeiro pioneiro ambiental do litoral alentejano),
Dr. João Madeira,
Dr. Luís Filipe (presidente conselho executivo da escola secundária padre António Macedo),
Dr. Luís Silva do Ó,
Dr. José António Falcão,
Sr. Carlos Pereira Dias,
Sr. Dinis Januário de Almeida e Silva (ser professor numa escola não é título académico),
Sr. Jacinto do Ó,
Sr. Ferrer de Carvalho,
Arq. Francisco Lobo Vasconcelos,
Dr. Luís Pedro Ramos,
Sr. Ramiro Beja,
Dr. Pedro do Ó Ramos,
Dr. Manuel Mourão (trabalho muito bom como presidente do conselho directivo da escola secundária de Santiago),
Drª Maria Adélia Ferreira,
Dª Maria Amália,
Sr. António Chainho,
Padre Manuel Malvar,
Sr. Jorge Nunes,
Dr. José Silva Costa,
Dr. José Daniel Alves,
Sr. Bruno Gonçalves Pereira,
Sr. Sérgio Valadares,
Sr. Raul Oliveira

Alentejo_SW disse...

Agredecemos mais esta contribuição e começamos a ter uma lista que, certamente, ainda será aumentada.
Sugerimos a quem enviar sugestões que indique o porquê da escolha.
Muitos dos frequentadores deste blogue não conhecerão todas as pessoas e o que importa é perceber quais os critérios que presidiram à escolha.

crescer disse...

Proponho que o blog mude de nome. Assim este deixaria de chamar-se Alentejo Litoral e passaria a Santiago do Cacém.

Porque este blog praticamente só fala de Santiago.

Pergunto ainda o porquê de só avançar com nomes de personalidades?
Na minha perspectiva o que se poderia fazer era por exemplo todas as semanas apresentar a biografia de uma GRANDE personalidade e não de nomes de candidatos à câmara de Santiago.

Por último, acho que têm faltado debates de assuntos importantes na nossa região. Encontramo-nos a cerca de 1 ano de eleições e ideias nem vê-las.

Deixo um excelente artigo para debate:

"Não pára de crescer desde meados do século XX a multidão de adoradores do Sol que, chegado o Verão, acorre às praias em busca de luz, energia e inspiração. A concentração das populações nas cidades estimula o culto pela Natureza e, em particular, pela praia, representação palpável do paraíso terrestre, onde a humanidade, sem vestuário nem preocupações, regressa por umas semanas ao estado primitivo.

À utopia do modo de vida natural acrescenta-se a da sociedade sem classes para tornar ainda mais populares as férias na praia. A nudez é inerentemente democrática: despindo os banhistas de sinais exteriores de status, neutraliza os preconceitos sociais e promove a igualdade entre os homens.

Na prática, é claro, não é bem assim. Sendo incompleta a nudez, um fato de banho de marca distingue-se doutro comprado no Continente; e as senhoras das classes superiores fazem gala de exibir na praia colares, pulseiras e demais quinquilharia.

Depois, qualquer praia tem, pelo menos, dois territórios de classe bem demarcados: os toldos para um lado, os guarda-sóis para o outro. Finalmente, praias não acessíveis através dos transportes públicos adquirem, só por isso, outro pedigree.

Ainda assim, a praia permanece um espaço razoavelmente imune às transformações económico-sociais do nosso mundo. Hoje, como há cinquenta anos, uma praia consiste de mar, areia, toldos, nadadores salva-vidas, vendedores de gelados e bares de praia. Dificilmente se conceberá coisa mais obsoleta.

Como é possível admitir-se em pleno século XXI - pergunto eu - que milhares e milhares de consumidores permaneçam esticados ao sol durante dias e semanas a fio sem consumirem praticamente nada? É assim que se pensa desenvolver o país?

É certo que alguns autarcas mais azougados vêm promovendo programas de hidroginástica logo pela manhã, seguidos de chill out sessions, fresbee, speedminton e body pump ao longo do dia. Tudo devidamente enquadrado por batidas musicais difundidas para todo o areal através de poderosas colunas de som. Mas tais iniciativas são claramente insuficientes para promoverem a inadiável rentabilização da orla costeira.

Se, em muitas praias, as famílias se disponibilizam a pagar o equivalente à renda de um T0 em Lisboa pelo aluguer mensal de um simples toldo, imagine-se a receita que poderia resultar da prestação de um verdadeiro serviço integrado aos veraneantes. Não entendo, desde logo, por que não são substituídas as tradicionais cadeiras de praia por sofás ou camas mais confortáveis.

Pergunto-me, além disso, por que é que os toldos não têm acesso a cerveja e refrigerantes canalizados, ou por que não se encontram equipados com televisão por cabo e acesso à Internet. E, já agora, não faria sentido facilitar a circulação das pessoas instalando escadas e tapetes rolantes que evitem penosas caminhadas pelos areais? Por que há-de a revolução tecnológica deter-se à entrada das praias?

Na praia que idealizo, uma plataforma de intranet permitiria aos consumidores encomendarem directamente massagens, gelados, bolas de Berlim e outros produtos e serviços. O registo numa base de dados dos pedidos dos clientes anteciparia inclusive os seus desejos futuros. Cada consumidor disporia, bem entendido, do acompanhamento personalizado de um account manager, disponível 24 horas por dia, através do qual canalizaria os seus pedidos, sugestões e reclamações.

Esta brevíssima antevisão da praia do futuro torna evidente como a praia de hoje permanece uma espécie de enclave cubano nas nossas sociedades avançadas, um espaço de absurda nostalgia pré-moderna economicamente inviável e condenado à extinção. A praia tem - queiramos ou não - um custo de oportunidade. Se não fosse ocupada por banhistas ociosos, seria possível construir nela casas sobre as dunas, usá-la para exercícios militares ou rasgar amplas estradas marginais. É tempo de trocarmos definitivamente o socialismo utópico pelo capitalismo científico." in jornal de negócios de João Pinto e Castro

Alentejo_SW disse...

Agradecemos a colaboração de "crescer" e esperamos que mais artigos e temas surjam aqui no blogue.
Apenas discordamos de dois pontos:
Apesar de alguma predominância do tema "Santiago do Cacém" também se tem discutido outros concelhos.
Esperamos que seja cada vez mais abrangente e que possam aparecer aqui noticias de todo o Litoral Alentejano.
O segundo ponto diz respeito às "personalidades": quando terminarem as sugestões, certamente que teremos uma lista de personalidades que nos poderemos orgulhar no Alentejo Litoral e estamos convencidos que, politicos, ou candidatos a politicos, não deverão ser muitos a constar da lista final.

Anónimo disse...

Não serão muitos politicos a integrar a lista porque a maior desses só trabalha pela região de forma remunerada, no tacho. Desinteressadamente e com prejuizos pessoais, a fazer algo pela região falando de politicos conheço muito poucos.

Anónimo disse...

Oh caros amigos e amigas, então vocês acham que a lista ia ter politicos???? Por amor de Deus! Olhem lá bem para eles, e tentem ver o que eles faziam antes de estarem nestes cargos. Digam-me lá um só, que antes de estar no cargo politico fizesse alguma coisa pela região num cargo associativo, sem vencimento ? Tou a falar de presidentes de câmara e vereadores da região. Comecem por santiago, que está aqui à mão. Dos senhores presidentes e vereadores, alguém sabia que existiam antes de estarem no cargo ? Lembram-se de alguma coisa que eles tenham feito pela região, de borla? Por amor de Deus, só quem é parvo e cego é que não vê que estes tipos só andam cá para mamar.

Anónimo disse...

Tem graça que há ainda alguns proviancianos que fazem questão de colocar os títulos académicos ou outros antes dos nomes. Deve ser mais alguma personalidade que demorou uns dez anos a tirar o seu curso... mas a lista de nomes não está má, juntaria António Cipriano (Ti Donana)de Santiago do Cacém que impulsionou colectividades recreativas, música e teatro, bem como Durval de Sines, pelos mesmos motivos.

Zé da Lagoa disse...

Eu elejo o Empastro de Santiago do Cacém que aparece na TV,jornais e revistas da região.

Anónimo disse...

desde já aqui deixo uma ideia... podem não fazer muito por toda a gente mar certamente farão por algumas pessoas... falo nomeadamente dos responsaveis das mais variadas associações desportivas, culturais, jovens, sociais, etc que existem no litoral alentejano... e desde já vos digo que são muitas apesar de nem todas verem o seu trabalho devidamente reconhecido...

um bem haja a todos vós...

Maria disse...

Olá:
Mais uma conterrânea aqui algures em Lisboa e que se lembrou do nome dum homem que merece estar na lista: Sr. Prof. Manuel João, da Escola de Brescos.
Mais uma Maria

Anónimo disse...

Faltam aqui todos os jovens do Litoral Alentejano, que se vêem obrigados a abandonar a sua terra.
Dando cartas em outras regiões e até mesmo em outros países e continentes.