6.19.2008

Exposição "A Casa dos Nossos Avós” em Grândola

Recordar a “A casa dos Nossos Avós” é a sugestão para uma visita à exposição de antiguidades, que está patente ao público na Biblioteca Municipal de Grândola.
Esta exposição retrata uma típica casa alentejana da primeira metade do sec. XX, nos seus aspectos mais modestos. Nela estão presentes os objectos do quotidiano de uma família: fogão a petróleo, ferro a carvão, talha do azeite, poial das bilhas, o forno do pão, estanheira, catre, arca de madeira, o capacho, o lavatório de ferro, candeeiro a petróleo, entre muitos outros.
Numa outra parte, são apresentados artigos duma casa mais rica, como: vestuário, louças, rendas, bordados, quadros, peças em cobre, entre outros.
Com organização conjunta dos alunos do Curso de Educação e Formação de Adultos na área de Geriatria e Escola Básica Integrada D. Jorge de Lencastre, conta com o apoio da CM e Santa Casa da Misericórdia.
A Exposição poderá ser visitada até 26 de Junho, no seguinte horário:
Segunda - feira: 13h00 às 19h00
Terça a Sexta: 09h00 às 19h00
Sábado: 10h00 às 13h00
A entrada é gratuita

24 comentários:

Marina disse...

Se eu puder vou a Grandola ver porque adoro ver estas coisas e acho que é bom para as crianças verem como se vivia antigamente.

de cá disse...

O Museu de Santiago tinha umas salas exclenetes com esta temática: cozinha, quarto do povo, quarto da nobreza, com um excelente espólio de etnografia reciolhido pela D. Amália, a verdadeira alma do Mudeu.
Agora é um depósito de peças, sem alma, incaracterístico, com uma equipa fraquissima e com a maior parte das salas fechadas.
Correram com a D. Amália para isto?
Estranho quando quem esta a frente da Câmara é alguém que foi vereador da Cultura!

Santiguense de gema disse...

Temos que ver que a cadeia não tem condições para o que Santiago tem para mostrar, e já era tempo de se pensar num museu a sério para Santiago, ou num conjunto de espaços museológicos diversos dentro da cidade. Lógico que se devia começar por criar uma boa equipa de trabalho e planificar um projecto de acordo com os pergaminhos de Santiago que abranja a etnografia, arte sacra, arqueologia, numismática (se aquela colecção estivesse noutras mãos...) e que vá também até ao interior do concelho onde se tem perdido património importante.

Anónimo disse...

É evidente que se Santiago Cacém se quer afirmar como a capital da cultura do litoral alentejano tem que construir um grande museu de raiz para poder expor todas as suas colecções de forma profissional e organizar exposições temáticas de primeira qualidade que façam com que as pessoas de todo o país sintam interesse em cá vir.

Anónimo disse...

Muitos parabéns à câmara de Grandola pelo trabalho que tem feito no Lousal que embora falte ainda fazer muito está no bom caminho. Assim é que se evita que uma aldeia acabe e já agora também os meus parabéns por esta exposição da casa dos nossos avós que pretendo visitar para recordar os meus tempos da gaiato quando ia de férias para a casa dos meus avós em S. Domingos.

Vilela disse...

Concordo que o Proença nunca devia ter deixado o pelouro da cultura porque esta vereadora, valha-nos nossa senhora!!! A D. Amália deu tudo de si ao museu e disfarçou durante muitos anos os maus executivos que passaram pela câmara em termos do pelouro da cultura, e merecia mais da sua cidade. Infelizmente Santiago é uma terra de muita gente com o rei na barriga que não dá o devido valor aos seus, especialmente aos que se metem à frente de iniciativas sem interesses materiais.

nuno gomes disse...

Só falam de Santiago. Venham visitar Grândola.

Ana P. Esteves disse...

Há peças de lagares, de moagens, de ofícios antigos, de fábricas que já fecharam, etc, etc, a perderem-se por esse nosso concelho a fora que davam belas exposições. Naturalmente que o museu de Santiago não me parece que tem pessoal suficiente para um levantamento rigoroso abarcando todo o concelho porque um dos problemas da CDU tem sido de meter pessoas na câmara da sua cor partidária e não as pessoas competentes que realmente a câmara tinha falta em determinadas áreas mas isso acontece em quase todas as câmaras.

Anónimo disse...

Santiago, pelas mais variadas razões, reúne várias condições para poderer representar o Litoral Alentejano do ponto de vista cultura. No entanto, o que levou a ter essas condições (cortiça, protecção régia, agricultura, pecuária) já não se verifica hoje. Há 30 anos atrás foi ultrapassada com os investimentos em Sines. Apesar de só a partir de 1990, a Câmara Municipal de Sines ter os plenos poderes de uma autarquia após a extinção do GAS, muita coisa fez, em especial nos últimos 10 anos. É verdade que muitas vezes o que está a liderar a Câmara é fundamental mas não o é menos a equipa de funcionários que está por detrás. Recordo, que Sines tem o FMM que é uma organização municipal. Não raras são as vezes que vemos elementos do executivo a carregar as coisas, a transportar pessoas e isso produz uma envolvência e motivação dos funcionários. Tem-se o Centro de Artes, que quer se goste quer não se goste, tem desenvolvido inúmeras actividades (não estou a falar apenas de música, de pintura). Tem-se também agora o Festival de Jazz, como as Tasquinhas, como as provas internacionais de Surf e Windsurf, a Escola Municipal de Ténis, as provas de triatlo, a musealização do castelo, etc. Para se afirmar como capital cultural não basta dizer que teve importância histórica...é preciso mostrá-la hoje e preparar o futuro. Neste momento, quer se queira quer não se queira, Sines é o centro cultural do Litoral Alentejano. Daqui a 2 anos a conversa pode ser outra...

Vicente disse...

Há muita coisa importante a perder-se sim, não há é projectos. Bem, agora há pouco tempo houve o museu da abela, que já é qualquer coisa. Mas para o que o nosso concelho tem falta é muito pouco

ALCACERENSE disse...

O blogue é sobre o alentejo litoral e esse que eu saiba não é só santiago cacém. Falem também de Alcácer do Sal, visitem o museu etnográfico do Torrão, o cais palafítico, a cripta arqueológica, o castelo adaptado a pousada, a feitoria fenícia de Abul
o Forum Romano, o
Monte da Tumba, a villa romana de Santa Catarina dos Sítimos, vão também à Comporta. Porque Alcácer do Sal não fica atrás de santiago cacém em nada. Em santiago praticamente só têm as ruinas de miróbriga que de Setúbal para cima ninguém conhece. Venham a Alcácer pode ser que aprendam alguma coisa!

Santiaguense de gema disse...

Sr ou sra alcacerense,primeiro Santiago do Cacém não tem apenas as ruinas romanas de Miróbriga, tem muito mais do que isso. O problema é que não tem havido a estratégia necessária para aproveitar tudo o que importante Santiago tem ao longo de todo o concelho. De tudo o que refere, reconheço sim senhor que são locais importantes para conhecer e que foram bem trabalhados por uma excelente equipa que a câmara municipal de Alcácer conseguiu reunir, onde esteve o falecido Dr Faria, o principal impulsionador e dinamizador do património alcacerense. Santiago do Cacém precisa de uma equipa também com essas características e no dia em que a tiver, vai ver que Santiago do Cacém vai mudar a imagem que diz ter, de temos apenas as ruínas de Miróbriga. Nessa altura e com outros projectos em paralelo vai ver quem será efectivamente a capital cultural do Litoral Alentejano. Acredite nisso!

Anónimo disse...

Alerta de Alcacerense

Caros amigos

Não se irritem. Se Sines é a Capital da Cultura do Alentejo Litoral, para mim passa ao lado. Se Santiago é uma pasmaceira, idem e idem, aspas, para mim é igual ao litro.
Se Alcácer está a dar cartas na mesa já é outra coisa. O que eu quero dizer com isto é muito simples. Capital cultural ou não, o mais importante é gostarmos do projecto e do concelho, seja ele Alcácer, Santiago, etc. Em vez de contarem os berlindes no pátio da escola (versos concelho), a dizerem, que o meu concelho é melhor, o que tem que fazer é fazerem alguma coisa por ele. Os de Alcácer em Alcácer, os de Santiago no seu concelho, etc. No final, podem dizer que somos egoistas, que só ligamos para o nosso umbigo, mas que cada um fizer os seus trabalhos de casa, estamos todos a ganhar para a afirmação do Alentejo Litoral, e olhem que a concorrencia à volta, no interior do Alentejo, Algarve etc, fica contente se falar-mos.
Mas à coisas que por muito trabalho que façam, nunca podem mudar. O património de cada concelho é o resultado do quotidiano e apostas que foram feitas à séculos atrás e nisso Alcácer tem nitida vantagem: - É a unica cidade estado do Litoral alentejano na Idade do Ferro e cunhou moeda, com alfabeto próprio. Como cidade romana, tem nome de deusa e tem a concorrencia e Miróbriga. No periodo muçulmano é a unica cidade do litoral Alentejano, e sabemos nomes dos seus governadores. Para o restante Litoral Alentejano é só hipoteses de talvez, provávelmente e não passamos disto. Depois vai ser a unica sede da Ordem de Santiago em Portugal logo após 1217, perdendo para Palmela no tempo de D. João II. *Por isso, durante dois milénios Alcácer não tem concorrência. A partir dos descobrimentos é que começamos a perder terreno para Santiago ou Sines, mas isso é outra história. Por isso, façam os trabalhos de casa e em vez de copiarem projectos dos concelhos vizinhos, aprendam a valorizar os aspectos em que são bons. Um exemplo: - Igreja visigótica de Sines (unica no litoral Alentejano), o Vasco da Gama, idem. A Idade do Ferro com escrita do Sudoeste em Odemira. Em Santiago, aposta em Miróbriga e pouco mais...

Anónimo disse...

Admito que possa ser uma opinião muito pessimista mas muito sinceramente não vejo pessoas nos partidos do concelho de Santiago capazes de dar o empurrão que Santiago precisa para se afirmar como a capital cultural do Alentejo Litoral com capacidade para desenvolver projectos como o arqueólogo José Carlos Faria fez em Alcácer do Sal, como a exposição No Caminho Sob As Estrelas do arqtº J. António Falcão, como o Festival Músicas do Mundo em Sines, como os grandes eventos do Mário Primo em Santo André ou até como o arqtº Francisco Lobo fez recentemente em Sines sobre o rei D. Carlos I. Lamento mas não vejo ninguém nos nossos partidos com interesse e conhecimentos para projectos culturais capazes de afirmar Santiago, pelo menos entre as pessoas que estiveram presentes nas últimas eleições autárquicas. Portanto das duas uma, ou nas próximas eleições cada partido apresenta candidatos francamente superiores e melhor formados do ponto de vista cultural, ou a alternativa vai ser jogar mão de pessoas de fora da câmara para se efectuarem bons projectos ou Santiago vai manter-se na mesma lengalenga em que tem estado até aqui. De resto, vamos ainda ver se a câmara municipal vai conseguir efectivamente concretizar o Centro de Estudos Jacobeus ou se é mais uma ideia como muitas outras que fica pela intenção, porque recordo-vos, para aqueles que têm memória curta, que já foi prometida a recuperação do nosso centro histórico, já foi anúnciado o projecto Do Castelo Novo ao Castelo Velho, já foi prometida a devolução do castelo à população e a transferência do cemitério e até agora nenhuma destas grandes obras de valorização do património e da nossa história foi cumprida. Santiago do Cacém vai também fazer os 500 anos do seu foral de D. Manuel I daqui a dois anos e não se vê novos estudos históricos a serem realizados, quer sobre a idade média quer sobre o período do foral, não se vê pesquisa nem escavações em lado nenhum, e comemorar 500 anos de um foral sem uma boa publicação sobre a história da cidade, sem uma grande conferência ou um seminário é o mesmo que ir à praia no verão e ficar a olhar para a àgua sem tomar banho. Santiago do Cacém, meus caros conterrâneos santiaguenses, é um gigante adormecido em património e em história e não estou a ver nas pessoas que habitualmente integram os diversos partidos gente com capacidade para acordar esse mesmo gigante. Termino com uma vénia à câmara municipal de Alcácer do Sal pelo trabalho que tem feito ao longo dos últimos 10 anos e que agora começa a dar frutos.

Silva disse...

Há muitas coisas que não são divulgadas como deve ser. E a internet hoje em dia se for bem aproveitada divulga bastante bem o que se quiser. Por isso penso que ss ruinas miróbriga já deviam ter um site próprio, o museu municipal devia também ter o seu site, o tesouro da igreja matriz igualmente bem apresentado na net, etc, etc.

João Santos disse...

O problema para alguns que aqui escrevem é que ninguém é suficientemente bom para exercer cargos públicos. Espero que me digam em que sitio se tiram os cursos para ser bom candidato a vereador. Eu acho que é na vida profissional e privada de que cada um que essas coisas se constroem, mas para as más línguas as coisas em Santiago estão más mas depois inventam que os socialistas ainda seriam piores. Que sejam coerentes e digam que votam na CDU ou acham que sem votos a CDU ganha eleições? Para mim o Arnaldo Frade ou o Pedro Ramos são muito melhores do que qualquer candidato da CDU. Vejam o que se passa em Grândola, Alcacer ou Odemira e depois expliquem-me se não vale a pena dar o beneficio da dúvida aos socialistas de Santiago. O resto são cantigas.
Podem bater-me mas acho que o PSD prestava um grande serviço ao concelho se nem fosse a votos na autárquicas e apoiasse o PS com alguns candidatos independentes ligados ao PSD nas listas socialistas à Câmara. Olhem que até votei PSD nas legislativas e no prof. Cavaco Silva nas presidênciais pelo que serei um alaranjado, mas consciente de que no nosso concelho a solução vai ter de passar primeiro pelo PS.

nuno gomes disse...

Concordo consigo João Santos. Grândola é um bom exemplo. O problema são os interesses instalados. Lembram-se das ultimas eleições em que em Santiago o PSD fez de tudo para tramar o PS? Parecia até que estava no mesmo campeonato, o que, se viu que era falso e com os votos o PSD a CDU tinha perdido. Tem de haver consciencia civica da parte dos politicos em Santiago.

Frederico Barros da Gama disse...

Oh anónimo das 2 para as 10 horas. Gostava de saber qual é a sua formação cultural. Talvez melhor que a do Dr. Manuel Mourão ou da Drª Maria dos Anjos Policia. Que tal assinar com o nome verdadeiro porque de anónimos andamos cansados e tira toda a credibilidade ao que se escreve.

Crescer disse...

Oh.. Sr. João Santos o que é que se passa em Alcácer? Explique-me lá que eu ao longo destes 3 anos ainda não percebi. E depois, se kize-se, podia-me explicar o que se passa em Sines, mas claro se isso lhe convier!

Anónimo disse...

O sr João Santos tem muita razão. É na vida privada e profissional que ganha tarimba para a vida politica. O que não será o caso do candidato Arnaldo Frade, que se tem algum sucesso pode agradeçe-lo ao partido socialista que lhe tem dado emprego (há quem lhe chame tachos) ao longo da vida. É o único candidato nessas condições porque os outros autarcas do alentejo litoral todos tiveram a sua vida profissional independente dos partidos. Pra mim mais vale o engº Cascão, a dra. M. A. Policia, o dr. Mourão, ou o dr Luis do ó do que o dr Arnaldo Frade e digo-lhe isso sendo socialista porque não gosto de pessoas que vivem à custa dos partidos.

João Santos disse...

Sines é um óptimo exemplo de uma excelente câmara CDU. Peço desculpa por não a ter referido mas Sines é bem gerida.
Santiago do Cacém é que é outra conversa e bem precisa de mudar de rumo.

Os candidatos socialistas das últimas eleições nem eram maus, talvez mesmo a melhor lista de todos os tempos e lembro-me bem de todas as outras, mas enquanto os partidos da oposição em Santiago não se entenderem vai ser complicado mudar alguma coisa. Mesmo assim acho que Arnaldo Frade é melhor do que o Vitor Proença. Andei a fazer umas buscas na internet e é verdade que a lista do PS não era nada má. Pena que alguns deles de certeza que não se metem em outra aventura neste mundo complicado, acho que os militantes têm mais formação para aguentar as más linguas da política pois os independentes e com bons trabalhos devem-se estar nas tintas. A minha mulher diz que só um doido se mete na política em Santiago e começo a dar-lhe razão. Está uma pessoa descansada na sua vida profissional e vem meter-se nisto, ser acusada de querer tachos e ainda ganhar ordenados mais pequenos?

Anónimo disse...

O BLOG TEM POLITICA A MAIS E IDEIAS A MENOS E HÁ UMA TENDÊNCIA PARA FUGIR AOS TEMAS. PREFIRO IR ATRÁS DA IDEIA DO SANTIGUENSE DE GEMA PORQUE TAMBÉM SOU DA OPINIÃO QUE SANTIAGO TEM FALTA DE UM MUSEU EM CONDIÇÕES E MODERNO, PORQUE A ANTIGA CADEIA JÁ DEU O QUE TINHA A DAR. ACHO QUE É PRECISO APOSTAR MAIS NA CULTURA, E MENOS EM OBRAS DE FACHADA!

D.A.F. disse...

Gosto bastante de algumas coisas que a câmara de Alcácer tem feito, da câmara de Grândola, de Odemira e de Sines. Há outras que não gosto, como das aprovações dos grandes projectos turísticos que estão a ser feitos porque me parecem supra-dimensionados para as características da região, e algumas locais da rede Natura podiam ter sido melhor defendidos, e também não gosto da obra que está no largo principal do Porto Covo. Enfim, penso que regra geral quase todas as câmaras da região têm projectos com que nos identificamos mais e outros menos. Tudo isso muda se a nossa apreciação for feita com base em critérios partidários e nessa medida quase todos temos a tendência para desvalorizar o que determinada câmara faz porque é gerida por um partido que não gostamos e valorizamos o trabalho das câmaras geridas pelos partidos da nossa simpatia. Isso, meus caros amigos, é um facto real. Não sou comunista mas, por exemplo, tenho alguma simpatia por Manuel Coelho. Por outro lado, já não tenho essa simpatia por Carlos Beato nem por Vitor Proença. Talvez seja o estilo, mas não simpatizo com estes dois autarcas. Tenho também alguma simpatia por António Camilo e por Pedro Parede, embora este último me pareça um pouco austéro, mas pode ser apenas uma falsa impressão. À excepção de António Camilo, que já disse não se recandidatar, julgo que os restantes vão tentar fazer mais um mandato. Manuel Coelho, embora já com uma imagem muito desgastada, tem os sineenses na mão e terá nova vitória. Carlos Beato vai vencer novamente mas com uma margem menor. Pedro Parede terá um segundo mandato sem grande dificuldade. Vitor Proença vai ganhar novamente mas sem maioria absoluta. Mas não vai andar longe dela. Temos que ver que em Santiago a oposição praticamente não existe e isso tem sido uma boa ajuda para a CDU se perpectuar no poder. E quando ouvimos falar os partidos da oposição, é quase sempre para criticar e não para apresentar soluções diferentes que seduzam o eleitorado.

Anónimo disse...

Concordo plenamente com o João Santos, Santiago há-de ser PSD, mas para lá chegar, não vai ser directamente, tem que passar primeiro pelo PS, sejamos realistas. Bem ou mal, o único partido que tem feito oposiçao à CMSC é o PS. Onde estão notas de imprensa, comunicados na rádio, etc. da parte do PSD, durante este mandato? O trabalho político não se faz só na boca das urnas, no momento de se pedir os votos, tem que haver trabalho durante todo o mandato, e aqui o PSD tem falhado.
A ligação do aparelho PS aos eleitores è mais vincada. Há poucos dias teve um ministro a jantar em Santo André com os simpatizantes e filiados do PS, coisa impensável no PSD. Os candidatos autárquicos deste partido, são autenticamente atirados ás feras sem nenhum suporte do aparelho, veja-se o que aconteceu nas últimas autárquicas com o Pedro do Ó. Que nome sonante do PSD veio cá abaixo dar apoio?
Tenho esperança que um dia as coisas mudem, e o PSD possa discutir taco a taco com o PS, para bem do concelho de Santiago Cacém.