12.28.2007

Uma reflexão para 2008...III

Que se repitam os sucessos do Festival Musicas do Mundo em Sines: http://www.fmm.com.pt/index.htm


....e da exposição "No caminho sob as estrelas"

12.27.2007

12.26.2007

Reflexões sobre 2007...I

Iniciamos aqui a"lembrança" um conjunto de frases proferidas em 2007, por algumas figuras públicas da nossa região.
Como se pode ler...é realmente confrangedor... e preocupante.
Esperemos que as figuras da nossa região em 2008 pensem melhor antes de nos brindarem com "pérolas" semelhantes.
Agradecem-se desde já outras contribuições.

"A sub região do Litoral Alentejano é uma sub região socialista"
Arnaldo Frade
...tem pouca noção de geografia...para não falar de outras coisas...

"O Centro Cultural de Santo André trata-se de uma obra estimada em mais de três milhões de euros que procura financiamento, razão suficiente para a autarquia não se envolver em discussão públicas sobre projectos sem sustentação financeira"
Vitor Proença
...tem-se visto essa sustentação financeira nas outras obras camarárias...

Sobre a Rede Natura "ninguém consegue qualificar uma região com esta visão que vai no sentido do despovoamento e desertificação. Mais de metade do município está classificado como área protegida, o que deixa a autarquia de pés e mãos atadas".
Carlos Beato
... pressupôe-se que a Rede Natura o impede de betonar o resto do concelho...obrigado Rede Natura!

"Vamos organizar no Outono, dia 10 de Outubro, uma grande conferência que reúna governantes, autarcas, especialistas, empresários cujo tema central de análise e debate seja o desenvolvimento do Alentejo Litoral desde a agro- industria ao turismo, passando pelos transportes marítimos, terrestres e aéreos, floresta e cultura"
Jorge Nunes
...será em 2008?

Uma reflexão para 2008....I


Será esta imagem o futuro dos pinheiros no Litoral Alentejano em 2008?
Pinheiros mortos e outros a morrer??

12.24.2007

Um Bom Natal

A todos os participantes deste blogue e em especial aqueles e gostam e sentem o Litoral Alentejano...
..............................um Santo e Feliz Natal!

12.18.2007

Um convite...




O 4.ª edição do Festival Terras sem Sombra
de Música Sacra arranca em Mértola, uma iniciativa da Diocese de Beja e da Arte das Musas.
Primeiro espectáculo tem lugar a 15 de Dezembro e traz à nossa região um dos mais importantes ensembles de música antiga do país
O Baixo Alentejo recebe este mês, pela quarta vez consecutiva, o Festival Terras sem Sombra – Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo, promovido pelo Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja e pela Arte das Musas, com o apoio da Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura e de diversos municípios e empresas da região.
Em 2007-2008 o ciclo inicia-se na Igreja Matriz de Nossa Senhora de Entre-as-Vinhas, a antiga mesquita da época almoáda, em Mértola, com um espectáculo do Ensemble Sete Lágrimas, intulado Mediterræ: As Devoções Eruditas e Populares no Eixo Latino Mediterrânico. O espectáculo terá lugar no dia 15 de Dezembro, pelas 21 H 00, com entrada livre.
Fundado em 2000, o Ensemble Sete Lágrimas é um agrupamento de músicos especializados em música antiga e contemporânea dirigido pelos tenores Filipe Faria e Sérgio Peixoto que desenvolve programas onde se combinam o virtuosismo com delicadas composições de melancolia. Dois tenores, duas flautas de bisel, alaúde e tiorba e viola da gamba são a instrumentação base dos programas já apresentados em festivais nacionais como o Festival dos Capuchos, o Festival Terras sem Sombra e os Encontros de Música Antiga de Loulé. Em 2006-2007 o grupo desenvolve diversos projectos de gravação e edição discográfica: para a editora Dialogos, com a encomenda de obras ao compositor inglês, residente em Portugal, Ivan Moody, e para a editora Numérica.


Programa


Sobre a Recercada Segunda de Diego Ortiz

Claude Goudimel (1514?-1572), França (adapt. Sete Lágrimas)
Seigneur écoute ma priére

Tomás Luiz de Victoria (1548-1611), Espanha
O vos omnes

Diogo Dias Melgaz (1638-1700), Portugal
In monte oliveti

Tradicional, Itália (Friuli)
Lusive la lune

Carlo Gesualdo (1566-1613), Itália
O vos omnes

D. João IV (1603-1656) (atribuído), Portugal
Crux fidelis

Tradicional, Espanha (Catalunha)
El noi de la mare

Josquin Desprez (1450?-1521), França
Ave Maria

Guillaume Dufay (1397-1474), França
Ave regina cælorum

Claude Goudimel (1514?-1572), França (adapt. Sete Lágrimas)
Sur ta montagne

Tradicional, Itália (Piemonte)
Fuga in Egitto

Vilancico Anónimo (Século XVI), Portugal
Senhora del mundo

Tradicional, Itália (Piemonte)
Gesu bambin l’è nato

Llibre Vermell de Montserrat (Século XIV), Espanha
Maria Matrem

Juan de Anchieta (1462-1523), Espanha
Con amores la mi madre

Claude Goudimel (1514?-1572), França (adapt. Sete Lágrimas)
O que c’est chose belle

Claude Goudimel (1514?-1572), França (adapt. Sete Lágrimas)
La terre au seigneur appartient

Cancionero de Montecassino (Século XV), Espanha
Adoramus te

Tradicional, Itália (Lobardia)
San Giuseppe e la Madonna

Um exemplo...

Várias mãos amigas enviaram-nos esta notícia...porque será que não se consegue fazer algo semelhante na nossa região?

Norte Alentejano terá guia de património rural transfronteiriço

Um guia com duas dezenas de elementos do património arquitectónico rural de cada um dos 15 concelhos de Portalegre deverá ser editado no início do próximo ano, graças a um projecto transfronteiriço com a Extremadura espanhola.A edição, a cargo da Associação de Municípios do Norte Alentejano, insere-se no projecto Património Rural Transfronteiriço Extremadura - Alentejo (PARTEXAL), iniciado em 2006.A AMNA e a Universidade de Évora são os parceiros portugueses do projecto, co-financiado pela União Europeia, enquanto que, do lado espanhol, estão envolvidos os serviços de desenvolvimento Rural da Junta da Extremadura, entre outras entidades.A primeira fase, que termina no final deste ano, teve como finalidade efectuar o levantamento do património arquitectónico transfronteiriço existente nas zonas rurais dos 15 concelhos do distrito de Portalegre e de oito agrupamentos municipais espanhóis, com um total de 90 municípios.Pontes, moinhos, fontes, celeiros, adegas, manufacturas, bebedouros, tabernas, fornos, pombais, chaminés, estábulos ou palheiros foram alguns dos elementos patrimoniais alvo de levantamento.O seminário de encerramento desta primeira fase do projecto decorreu hoje em Portalegre, tendo sido revelado que a AMNA, no início de 2008, pretende lançar um guia que será composto por 20 elementos arquitectónicos de cada um dos municípios de Portalegre, para dar a conhecer esse património.Em declarações à agência Lusa, Eduardo Figueira, da Universidade de Évora, revelou que a segunda fase do projecto prevê a «reabilitação de alguns dos espaços» inventariados.Além disso, acrescentou, todo esse património será ainda incluído num inventário que «poderá ser consultado no sistema de informação geográfica da AMNA».«Através desta medida, queremos sensibilizar as pessoas para a preservação do património arquitectónico e dar-lhes a conhecer certos e determinados espaços, tanto no Alentejo, como na vizinha Espanha», disse.A inexistência ou o desconhecimento de inventários sobre o património arquitectónico transfronteiriço, mantendo estes recursos no anonimato e dificultando a planificação e coordenação de iniciativas locais para os proteger ou reabilitar, foram os factores que motivaram as várias entidades a desenvolver o PARTEXAL.Inicialmente, destacou Eduardo Figueira, o projecto tinha previsto em orçamento uma verba que rondava um milhão de euros, mas, «sucessivos cortes», dificultaram a elaboração e concretização de algumas acções.A iniciativa foi financiada, até agora, pelo programa comunitário transfronteiriço INTERREG III A, aguardando agora as entidades promotoras pelo novo período de fundos europeus para poderem desenvolver a segunda fase e arrancar com a reabilitação no terreno.«Vamos aguardar. Gostaríamos de reabilitar vários espaços, mas depende da generosidade do próximo orçamento», declarou Eduardo Figueira.
Fonte: Diário Digital / Lusa

12.11.2007

O IP8 - 2ª parte

No "Noticias de Sines" de 7 de Dezembro vem um grande destaque sobre o IP8.
Desta noticia há que reter alguns factos:
De acordo com o mapa na capa do jornal (e até agora a unica imagem do presumível traçado do IP8) este parte do nó das Relvas Verdes, passa a sul de Santiago do Cacém, em direcção à Aldeia dos Chãos, corre paralelo à estrada Abela/Ermidas, Canhestros em direcção a Ferreira do Alentejo.
De acordo com este mapa e confrontado com a palavras do ministro, em que a excepção às portagens do IP 8 se verifica no nó do Roncão (entre Sines e Santiago do Cacém), não se precebe onde o nó do Roncão se insere neste traçado...se o Roncão não mudou de sitio, é muito para Norte, talvez 15 a 20 km do IP 8. Esclarecimentos do ministro aguardam-se...ou será porque aqui no deserto isto é tudo igual e com azo a confusões?
Outro facto vem do esquecimento do Ministro em informar que haveria portagens...será do sol do deserto, de julgar que os autarcas eram miragens ou somos todos camelos?
Ainda se pode reter o alinhamento contra portagens dos autarcas PCP ( e tem razão) e dos alinhamento a favor dos autarcas PS...com destaque para as extraordinárias palavras do autarca Beato " Só há portagens onde há obra,s e nãohouvesse obra, não havia portagens"...faz lembrar a Lili Caneças: " O contrário de estar vivo é estar morto"...e que deixa no ar a hipótese de em Grândola virem serem cobradas portagens em cada obra municipal...ou não...talvez sejam cobradas portagens no Pinheirinho ou em Costa Terra???...Realmente estes autarcas não deixam de ser supreendentes!
Também não se entende o porquê da construção da ER 261-5 entre Sines e Vila Nova de Santo André...a via rápida não serve?...faz-se uma ao lado da outra...sabemos que este governo tem de evitar o descalabro das contas publicas com obras e mais obras publicas....mas se calhar é demais....(continua)

12.06.2007

O IP8 - 1ª parte

Tem sido fonte de variadas noticias o lançamento do concurso para o novo IP8...e as reacções que tiveram os autarcas da região sobre a existência de portagens.
Sem nos alongarmos...e porque o assunto é importante a ele certamente voltaremos....mas aqui deixamos algumas questões.
Em Outubro de 2007 foi assinado com grande pompa a rectificação do traçado da ER 261 entre Santiago do Cacém e o Hospital....que "tira curvas" a essa estrada. Esteve na C M de Santiago do Cacém o Secretário de Estado Paulo Campos, na assinatura do contrato e falou no novo traçado do IP8...pelo vistos esqueceu-se de dizer a Vitor Proença que haveria portagens...ou Vitor Proença ouviu e esqueceu-se logo a seguir...pois congratulou-se com estes projectos: "É um projecto de importância capital..." mas depende do que iremos pagar!
Da correcção da ER 261 não se conhecem projectos...que irá acontecer aos Escatelares...às Quintas... às hortas...irá a Câmara conseguir destruir o que tentou em 2003?...Acabar com uma paisagem unica?
Ninguém viu o traçado do IP 8....será que é tudo feito às escondidas dos nossos autarcas?...fala-se para os vários organismos, pesquisa-se na net, pergunta-se nas Câmaras...mistério...ninguém sabe onde passa...como vai ser...o que irá acontecer.
Será que um dia acordamos e está a IP 8 à nossa porta...e a pagar!
Mesmo esta questão das portagens deixa algumas dúvidas...aguardemos.
Não deixa de ser preocupante esta obcessão dos nossos autarcas e figuras semi publicas pelas estradas...ou seja...o território que não betonam....alcatroam!
Deixamos aqui alguma (pouca) informação sobre este assunto e quem souber mais...que nos ajude a informar os milhares que nada sabem!
http://www.iambiente.pt/IPAMB_DPP/docs/DIA1252.pdf
http://www.iambiente.pt/IPAMB_DPP/docs/SE171.pdf
http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/182177
http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=7378
(esta tem graça... a opinião da eminência parda do Litoral Alentejano...será que a CA vai financiar?)
http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=8876
(ainda actual)