10.10.2006

Desafio

Como já foi dito aqui este espaço está disponível para a publicação não só de opiniões, críticas, comentários e sugestões mas também de artigos de opinião, estudos, ensaios, etc sobre o Alentejo Litoral nos campos da etnografia, investigação, arqueologia, história, urbanismo, sociologia, etc ...tudo o que sirva para enriquecer o conhecimentos de todos sobre a nossa região.
O mail disponível é alentejo_sw@hotmail.com
Ficamos a aguardar

6 comentários:

pontoverde disse...

Este blogue perdeu uma excelente oportunidade de ser útil à zona onde se insere, com o tratamento da intempérie que se abateu sobre o triângulo Abela, S Domingos, Alvalade.

É nestas situações que mais que nunca os blogues fazem sentido. Foi pena.

Francisco Lobo de Vasconcellos disse...

Não concordo com pontoverde...
Infelizmente uma desgraça caiu sobre a nossa região...e talvez alguns dos prejuízos possam ser responsabilidade da falta de ordenamento e gestão do território.
Em que medida é que os blogues fazem sentido nesta situação?
Fazem se eles forem activos...e este precisa de voltar a ter a energia que tinha de inicio e se todos nós participarmos ...como aliás é solicitado..

Crescer disse...

Este blogue que se auto-intitula Alentejo Litoral, bem podia debater o tipo de turismo que se esta a projectar para a sub-região.
Se é o ideal ou se pelo contrário este súbito surgimento do nº de camas num tão curto espaço de tempo não terá repercussões negativas junto da natureza, em especial, nas áreas protegidas (que segundo consta serão brevemente alteradas) e no quotidiano e cultura alentejana.

Não deveremos contrapor este modelo, com um outro adoptando práticas mais sustentáveis, mas tabém economicamente viáveis e geradoras de lucros?

Pq o problema a meu ver é não se mostrar uma alternativa. Se bem que a maioria destes projectos tenha algumas medidas mais conciliadoras com o ambiente, contudo todos nós sabemos que não passam de jogadas de marketing a fim de atrair o muito apetecível e crescente nicho de mercado do "rotúlo verde".

Em pouco mais de 10 anos passaremos de 1 campo de golfe para cerca de 10. Sendo que alguns deles, não sei ao certo o número será em rede natura 2000. Será isto sustentabilidade?

Não é que este debate de ideias e esta proposta sejam novos, bem pelo contrário, à muito que tudo já se encontra decidido, mas se estes crescentes níveis de camas continuarem nos próximos anos será o fim! Deveremos por isso, criar alternativas.

Além do mais o que irá mudar para além das 70 mil camas?

Em princípio os núcleos urbanos deverão crescer devido à oferta de emprego e da sua própria dinâmica, o tal mutiplicador.

Mas se a isto juntarmos Sines, esta equação terá um resultado demasiado incerto?

E como diria a Sra. Luiza Schmidt como é possível quer vender natureza ou lado da industria pesada com elevados indices de poluição?

Todos nós queremos o desenvolvimento da sub-região, que bem é preciso, mas estaremos a caminhar no trilho certo?

http://www.regiaodesetubalonline.pt/noticia.php?codigo=456AD2F250649

Crescer disse...

Este blogue que se auto-intitula Alentejo Litoral, bem podia debater o tipo de turismo que se esta a projectar para a sub-região.
Se é o ideal ou se pelo contrário este súbito surgimento do nº de camas num tão curto espaço de tempo não terá repercussões negativas junto da natureza, em especial, nas áreas protegidas (que segundo consta serão brevemente alteradas) e no quotidiano e cultura alentejana.

Não deveremos contrapor este modelo, com um outro adoptando práticas mais sustentáveis, mas tabém economicamente viáveis e geradoras de lucros?

Pq o problema a meu ver é não se mostrar uma alternativa. Se bem que a maioria destes projectos tenha algumas medidas mais conciliadoras com o ambiente, contudo todos nós sabemos que não passam de jogadas de marketing a fim de atrair o muito apetecível e crescente nicho de mercado do "rotúlo verde".

Em pouco mais de 10 anos passaremos de 1 campo de golfe para cerca de 10. Sendo que alguns deles, não sei ao certo o número será em rede natura 2000. Será isto sustentabilidade?

Não é que este debate de ideias e esta proposta sejam novos, bem pelo contrário, à muito que tudo já se encontra decidido, mas se estes crescentes níveis de camas continuarem nos próximos anos será o fim! Deveremos por isso, criar alternativas.

Além do mais o que irá mudar para além das 70 mil camas?

Em princípio os núcleos urbanos deverão crescer devido à oferta de emprego e da sua própria dinâmica, o tal mutiplicador.

Mas se a isto juntarmos Sines, esta equação terá um resultado demasiado incerto?

E como diria a Sra. Luiza Schmidt como é possível quer vender natureza ou lado da industria pesada com elevados indices de poluição?

Todos nós queremos o desenvolvimento da sub-região, que bem é preciso, mas estaremos a caminhar no trilho certo?

http://www.regiaodesetubalonline.pt/noticia.php?codigo=456AD2F250649

Mikas disse...

Acho que os temas que aqui têm sido trazidos são interessantes, oportunos e bem introduzidos, e acho um pouco estranho que o blogue não tenha mais participação. Não sei se é a região que está amorfa, adormecida, se é o formato do site que não é apelativo enquanto fórum de discussão, etc. Não sei.

Sombra disse...

Caro Alentejo SW
Cruzei-me hoje com este seu projecto, que penso vir suprir uma necessidade no panorama "bloguístico" nacional.
O Alentejo Litoral é de facto uma zona única, refúgio de beleza e diversidade, nesta nossa tão maltratada costa de além-tejo. Mas adivinha-se o saque - os recentes projectos aprovados deixam antever o pior.
A defesa deste ultimo reduto e, porque não, a divulgação do que de melhor se faz na região, é um desafio que poderia chamar a si.
Da minha também recentíssima incursão pelo mundo dos blogues, deixo-lhe duas ou três sugestões:
- poste frequentemente,
- divulgue o seu blog por uma extensa lista de contactos;
- frequente outros blogs da actualidade e comente, assinando com o seu blogger name e link para o Alentejo Litoral.

Felicidades. O seu Alentejo agradece.